Para ilustrar o último post. Repare no incômodo e constrangimento causados por apenas duas pessoas em frente ao consulado venezuelano.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
RESISTÊNCIA E REAÇÃO
Considerando a notícia que o PT arregimentou uns panfleteiros que se infiltrarão na rede e espalharão o lixo socialista no único ambiente onde eles ainda não controlam, fica claro que é chegada a hora da RESISTÊNCIA E REAÇÃO.
Já vi muitos comunistas que se tornaram direitistas, nunca vi o contrário. A força e a pujança do argumento conservador/liberal é patente. E não estamos sós.
A idéia é a seguinte: DIVULGAÇÃO, EXPOSIÇÃO E TOMADA DE ESPAÇOS.
Seguem algumas sugestões para a AÇÂO:
1. Se você não tem um blog, faça um. É de graça e você não vai gastar mais que alguns minutos. Não precisa ter textos originais. Encha o blog de textos que julgar interessantes, citando a fonte, claro. Adicione muitos marcadores (ou tags), por exemplo: o texto fala sobre o Foro de São Paulo - coloque "foro de são paulo", "foro de sp", "lula", "pt", "Fidel", "comunismo", "farc", "socialismo", etc. nessas tags. Elas servem para auxiliar os mecanismos de busca, quanto mais diversificadas as tags, maiores as chances de aparecer seu texto numa pesquisa qualquer na net.
2. Comente as matérias dos jornais. Cadastre-se nesses meios, a maioria é de graça, e comente sobre as matérias. Não precisa ser uma tese de doutorado, basta uma manifestação enérgica. O que importa, nessa estratégia de ocupação de espaços é a VISIBILIDADE. Deixe as pessoas que irão ler em seguida saberem que a opinião delas tem simpatizantes, que elas não estãos sós, afinal sabemos que o povo brasileiro é conservador.
3. Crie tópicos no orkut em comunidades variadas e neutras. Só não encha a comunidade de tópicos para não ser o chato da história. Use o bom senso para descobrir em qual comunidades postar e como fazê-lo. Um tópico por dia, apenas isso, em comunidades diferentes, você não será inconveniente. Use como assunto os desmandos comuno-socialistas, as barbaridades petistas, material é o que não falta. Não precisa nem responder os tópicos (mas é aconselhável), basta criá-los.
4. Cuidado para não ser chato, ranzinza, antipático ou violento com as pessoas neutras ou doutrinadas. Elas não tiveram culpa de estudar no Brasil atual. Temos que ser simpáticos e AGREGAR. O frescor do ideário direitista, sem aquele ranço revolucionário, sem as barbas e a bolsa de couro fedida ajuda muito nisso. Não é difícil reforçar as características de MODERNIDADE, LIBERDADE E RESPONSABILIDADE que o pensamento direitista abarca.
5. Use o Twitter; para espalhar coisas é uma ferramenta ótima. RTs, frases soltas, comentários, perguntas capciosas a esquerdistas famosos (eles estão aos montes e simplesmente não saem do Twitter!), qualquer coisa é material para essa pulverização. Idem para MySpace, FaceBook, frase de apresentação do MSN e todas as outras redes sociais.
6. Textos gigantes e difíceis sobre conjuntura política têm menos visibilidade que frases curtas. Usem o HUMOR, ridicularizem os cocômunistas, num estilo à la Comunistas Caricatos, Opinião Popular, etc. O humor é poderoso!
7. Quem tem conhecimento de línguas pode fazer a mesma coisa em sites de notícias estrangeiros. Fale para os outros habitantes da Terra o que se passa na Bananalândia! Comente as notícias da FOX, CNN, escreva twits em inglês, conte para o mundo a bomba que se encontra no calcanhar deles!
8. Adesivos em carros, nas janelas de casa, camisetas do Che-Mart também ajudam, mas fica ao critério de cada um o uso desses meios de divulgação por uma questão de auto-preservação.
9. Troque telefone com direitistas da internet da sua região (aqueles que reconhecer). Contatos pessoais, nem que seja para falar um oi, são mais convincentes do que o mero conhecimento na rede. Cuidado com fakes e clones.
10. TENHA CUIDADO. Como sabemos, essa "jenti" não presta. Muitos petralhas são perigosos e não têm freio moral. Portanto, mude freqüentemente suas senhas, faça senhas complicadas, não abra links nem se envolva pessoalmente nas discussões. Por outro lado, seja enérgico e não demonstre medo ou fraqueza. Mas se preserve. Se quiser, escreva usando pseudônimos.
Como organizar manifestações
Como bom ex-esquerdista, já participei de algumas manifestações na época da faculdade, a maioria contra professores fascistas, contra a reitoria, o governo, Bush, os EUA, a Igreja e o capitalismo. Pude perceber, com essa experiência, que há muitas diferenças com uma possível manifestação de direita, o que me dá o know-how para esboçar algumas orientações e sugestões.
Primeiro, nós não temos dinheiro. Não temos dinheiro de sindicatos, de ONGs ou mesmo dinheiro público (pergunte para a UNE). Nós não sorteamos carros, casas, não damos lanche (x-pelego) e ônibus, não fazemos shows com duplas sertanejas e grupos de pagode. E nem queremos isso.
Por outro lado, a "militância adormecida" de direita fica esperando juntar centenas de milhares de pessoas para, aí sim, aderir a uma manifestação.
Eu digo que NÃO PRECISA!
Não precisamos de carros de som do sindicato, de música ruim, de massa de manobra. Uma pessoa consciente vale muito mais que toda a massa de manobra iletrada.
É importante que a militância direitista saiba que uma manifestação assim não é nada de mais. Não demanda esforço, noites sem dormir, dias perdidos, muito dinheiro nem muito planejamento.
Você precisará de:
a) Uma cartolina,
b) Uma caneta,
c) Um celular,
d) Um guarda-chuva (opcional) e
e) Uma ou duas horas do seu dia.
Revertendo assim a falta de dinheiro e uma militância que trabalha (e conseqüentemente, é pouco organizada) na vantagem de se fazer manifestações rápidas, baratas, que demandam menos energia e, principalmente, mais fáceis de serem mantidas nos eixos (pacífica e ordeira).
Repito: duas ou três pessoas conscientes e articuladas expondo os fatos em público vale mais que uma massa de manobra disposta a assistir shows populares ou a militância violenta e arruaceira esquerdista.
Lembra dos inúteis e fúteis "flashmobs" da internet? Pois vamos pegar essa proposta e dar uma utilidade cívica a ela. Divulgue manifestações na web e vá, mesmo se ninguém confirmar! Foque o alvo, que pode ser uma embaixada, um consulado, uma emissora de TV ou rádio, a câmara da sua cidade, etc. (se você mora numa cidade pequena, a repercussão é maior ainda!) e simplesmente FALE AS VERDADES!
Se a mídia não noticia sobre o Foro de S. Paulo, alumas pessoas ficarão sabendo! Há TANTAS verdades que têm que ser ditas! Desmandos do comunismo, do islamismo radical, escândalos petistas, o Foro, a ONU, Obama, material é o que não falta! Diga isso às pessoas, divulgue e, pode ter certeza, alguns passantes VÃO te apoiar, alguns ficarão curiosos, vão pesquisar sobre o assunto e muitos ficarão sabendo desses fatos pela primeira vez!
Imagina se, todo dia, alguém levantasse uma cartolina em algum lugar estratégico denunciando o Foro de São Paulo. Não precisa nem mesmo ficar gritando nada, basta levantar a cartolina e ficar lá, silencioso, em protesto, por algum tempo.
Você não vai passar no Fantástico ou na CNN, mas pelo menos alguns policiais, recepcionistas, vigilantes, transeuntes e porteiros vão ficar sabendo.
O mais importante é que temos a nosso favor a INTERNET! O único bastião de liberdade que nos resta (por quanto tempo?) proporciona uma divulgação mais efetiva que a porcaria de dois segundos num noticiário qualquer.
Portanto, DIVULGUE sua ação em fotos e vídeos (de preferência editados, simpáticos e interessantes) na internet.
Para tanto, tenho alguns conselhos:
1) Cuidado com a violencia. Já basta a violência da esquerda. Faça questão que seu protesto seja PACÍFICO e ordeiro. Como estou escrevendo para pessoas de direita, nem preciso falar para ir desarmado e não usar drogas.
2) Não ofenda a moral e o pudor das pessoas. Não grite palavras de baixo calão. Seja educado e eloqüente.
3) Trate os subalternos com respeito. Você não está lá para caluniar o porteiro, nossa luta é contra os GRANDES FDP, contra as idéias.
4) Vá bem vestido. Você será o outdoor das idéias que propaga. Não queime o nosso filme. Faça com que o ideário direitista seja apresentável e cause empatia às pessoas. Tudo bem usar uma camiseta divertida do Che-Mart ou do Vanguarda Popular, simplesmente tenha bom senso.
5) Registre e divulgue seu protesto na Web. Isso potencializa, repercute e inspira outras pessoas.
6) Não use nomes genéricos do tipo "Basta", "Cansei", etc. Seja claro: cansou do quê, basta de quê? Tente ser agregador, não exclua ou divida as pessoas. Vínculos partidários têm que ser bem pensados e ponderados.
7) Cuidado com a violência de possíveis transeuntes opositores, não responda a agressões verbais, não bote lenha na fogueira. Isso é MUITO IMPORTANTE. Perceba se não há a presença de estranhos vigiando. Certifique-se que você não está sendo seguido na volta para casa.
Se houver alguma ocorrência, não esboçe reação física, fale em alto e bom som para que testemunhas ouçam que você não quer violência (por isso, manifeste-se SEMPRE em locais públicos e à luz do dia), chame a polícia, filme e registre SEMPRE! Não precisa enquadrar, a câmera pendurada na mão basta.
8) Não precisa ficar o dia inteiro afinal, temos que produzir, não somos sustentados pelo estado. Basta uma ou duas horas. Talvez nem dê tempo da polícia chegar ou de militantes esquerdistas contra-atacarem. A idéia é transmitir uma mensagem e fazer dessa uma experiência não-traumática, de modo que cada um de nós possa fazê-lo algumas vezes por mês.
9) Em dupla é melhor que sozinho. Caso esteja só, tome o dobro de cuidado.
10) Evite marcar manifestações nos finais de semana. Durante a semana as coisas estão funcionando. Meia hora para chegar ao local, uma hora para passar a mensagem, meia hora para voltar pra casa. Duas horas, é o que basta.
Boa sorte!
NÃO ESTAMOS SÓS!
NÃO PODEMOS DEIXAR ESSA GENTE ROUBAR NOSSO PAÍS E TUDO O QUE CONSTRUÍMOS COM TANTA LUTA E SACRIFÍCIO!
"CRIAR E OFERECER" AO INVÉS DE "PROTESTAR E REIVINDICAR"!
LIBERDADE, RESPONSABILIDADE, SENSO MORAL, TRADIÇÃO, JUSTIÇA E PAZ!
TEMOS AO NOSSO LADO 2500 ANOS DE CULTURA OCIDENTAL, ALÉM DO PESO INTELECTUAL DESSES VERDADEIROS CIDADÃOS:
(Complete a lista à vontade).
01. Olavo de Carvalho
02. Graça Salgueiro
03. Heitor de Paola
04. Julio Severo
05. José Nivaldo Cordeiro
06. Carlos Azambuja
07. Ubiratan Iorio
08. Alejandro Peña Esclusa
09. Félix Maier
10. Ipojuca Pontes
11. Percival Puggina
12. Cel. Jorge Batista Ribeiro
13. Cel. Brilhante Ustra
14. Gal. Augusto Heleno
15. Gal. Santa Rosa
16. Tibiriçá Ramaglio
17. Carlos Reis
18. Klauber Cristofen Pires
19. Cicero Harada
20. Reinaldo Azevedo
21. Diogo Mainardi
22. Leonardo "Conde" Bruno
23. Rodrigo Constantino
24. Equipe do site "Gays de Direita"
25. Equipe do site "Ternuma"
26. Elanaine Santana
27. Benê Barbosa (Movimento Viva Brasil)
28. José Osvaldo de Meira Penna
29. Políbio Braga
30. Katia Abreu
31. Jair Bolsonaro
32. Diego Casagrande
33. Equipe do site "Escola Sem Partido"
34. Mario Ferreira dos Santos
35. Roberto Campos
36. Nelson Rodrigues
37. Aluizio Amorim
38. Ricardo Salles (DEM-SP 25.200)
39. Marcel van Hattem (PP-RS 11.022)
40. Thomas Korontai (Partido Federalista)
41. Yoani Sanchez
42. Thomas Sowell
43. Edward Griffin
44. Ron Paul
45. Alan Keyes
46. Cel. Vallamarín Pulido
47. Jeffery Nyquist
48. Mario Oliveira
Já vi muitos comunistas que se tornaram direitistas, nunca vi o contrário. A força e a pujança do argumento conservador/liberal é patente. E não estamos sós.
A idéia é a seguinte: DIVULGAÇÃO, EXPOSIÇÃO E TOMADA DE ESPAÇOS.
Seguem algumas sugestões para a AÇÂO:
1. Se você não tem um blog, faça um. É de graça e você não vai gastar mais que alguns minutos. Não precisa ter textos originais. Encha o blog de textos que julgar interessantes, citando a fonte, claro. Adicione muitos marcadores (ou tags), por exemplo: o texto fala sobre o Foro de São Paulo - coloque "foro de são paulo", "foro de sp", "lula", "pt", "Fidel", "comunismo", "farc", "socialismo", etc. nessas tags. Elas servem para auxiliar os mecanismos de busca, quanto mais diversificadas as tags, maiores as chances de aparecer seu texto numa pesquisa qualquer na net.
2. Comente as matérias dos jornais. Cadastre-se nesses meios, a maioria é de graça, e comente sobre as matérias. Não precisa ser uma tese de doutorado, basta uma manifestação enérgica. O que importa, nessa estratégia de ocupação de espaços é a VISIBILIDADE. Deixe as pessoas que irão ler em seguida saberem que a opinião delas tem simpatizantes, que elas não estãos sós, afinal sabemos que o povo brasileiro é conservador.
3. Crie tópicos no orkut em comunidades variadas e neutras. Só não encha a comunidade de tópicos para não ser o chato da história. Use o bom senso para descobrir em qual comunidades postar e como fazê-lo. Um tópico por dia, apenas isso, em comunidades diferentes, você não será inconveniente. Use como assunto os desmandos comuno-socialistas, as barbaridades petistas, material é o que não falta. Não precisa nem responder os tópicos (mas é aconselhável), basta criá-los.
4. Cuidado para não ser chato, ranzinza, antipático ou violento com as pessoas neutras ou doutrinadas. Elas não tiveram culpa de estudar no Brasil atual. Temos que ser simpáticos e AGREGAR. O frescor do ideário direitista, sem aquele ranço revolucionário, sem as barbas e a bolsa de couro fedida ajuda muito nisso. Não é difícil reforçar as características de MODERNIDADE, LIBERDADE E RESPONSABILIDADE que o pensamento direitista abarca.
5. Use o Twitter; para espalhar coisas é uma ferramenta ótima. RTs, frases soltas, comentários, perguntas capciosas a esquerdistas famosos (eles estão aos montes e simplesmente não saem do Twitter!), qualquer coisa é material para essa pulverização. Idem para MySpace, FaceBook, frase de apresentação do MSN e todas as outras redes sociais.
6. Textos gigantes e difíceis sobre conjuntura política têm menos visibilidade que frases curtas. Usem o HUMOR, ridicularizem os cocômunistas, num estilo à la Comunistas Caricatos, Opinião Popular, etc. O humor é poderoso!
7. Quem tem conhecimento de línguas pode fazer a mesma coisa em sites de notícias estrangeiros. Fale para os outros habitantes da Terra o que se passa na Bananalândia! Comente as notícias da FOX, CNN, escreva twits em inglês, conte para o mundo a bomba que se encontra no calcanhar deles!
8. Adesivos em carros, nas janelas de casa, camisetas do Che-Mart também ajudam, mas fica ao critério de cada um o uso desses meios de divulgação por uma questão de auto-preservação.
9. Troque telefone com direitistas da internet da sua região (aqueles que reconhecer). Contatos pessoais, nem que seja para falar um oi, são mais convincentes do que o mero conhecimento na rede. Cuidado com fakes e clones.
10. TENHA CUIDADO. Como sabemos, essa "jenti" não presta. Muitos petralhas são perigosos e não têm freio moral. Portanto, mude freqüentemente suas senhas, faça senhas complicadas, não abra links nem se envolva pessoalmente nas discussões. Por outro lado, seja enérgico e não demonstre medo ou fraqueza. Mas se preserve. Se quiser, escreva usando pseudônimos.
Como organizar manifestações
Como bom ex-esquerdista, já participei de algumas manifestações na época da faculdade, a maioria contra professores fascistas, contra a reitoria, o governo, Bush, os EUA, a Igreja e o capitalismo. Pude perceber, com essa experiência, que há muitas diferenças com uma possível manifestação de direita, o que me dá o know-how para esboçar algumas orientações e sugestões.
Primeiro, nós não temos dinheiro. Não temos dinheiro de sindicatos, de ONGs ou mesmo dinheiro público (pergunte para a UNE). Nós não sorteamos carros, casas, não damos lanche (x-pelego) e ônibus, não fazemos shows com duplas sertanejas e grupos de pagode. E nem queremos isso.
Por outro lado, a "militância adormecida" de direita fica esperando juntar centenas de milhares de pessoas para, aí sim, aderir a uma manifestação.
Eu digo que NÃO PRECISA!
Não precisamos de carros de som do sindicato, de música ruim, de massa de manobra. Uma pessoa consciente vale muito mais que toda a massa de manobra iletrada.
É importante que a militância direitista saiba que uma manifestação assim não é nada de mais. Não demanda esforço, noites sem dormir, dias perdidos, muito dinheiro nem muito planejamento.
Você precisará de:
a) Uma cartolina,
b) Uma caneta,
c) Um celular,
d) Um guarda-chuva (opcional) e
e) Uma ou duas horas do seu dia.
Revertendo assim a falta de dinheiro e uma militância que trabalha (e conseqüentemente, é pouco organizada) na vantagem de se fazer manifestações rápidas, baratas, que demandam menos energia e, principalmente, mais fáceis de serem mantidas nos eixos (pacífica e ordeira).
Repito: duas ou três pessoas conscientes e articuladas expondo os fatos em público vale mais que uma massa de manobra disposta a assistir shows populares ou a militância violenta e arruaceira esquerdista.
Lembra dos inúteis e fúteis "flashmobs" da internet? Pois vamos pegar essa proposta e dar uma utilidade cívica a ela. Divulgue manifestações na web e vá, mesmo se ninguém confirmar! Foque o alvo, que pode ser uma embaixada, um consulado, uma emissora de TV ou rádio, a câmara da sua cidade, etc. (se você mora numa cidade pequena, a repercussão é maior ainda!) e simplesmente FALE AS VERDADES!
Se a mídia não noticia sobre o Foro de S. Paulo, alumas pessoas ficarão sabendo! Há TANTAS verdades que têm que ser ditas! Desmandos do comunismo, do islamismo radical, escândalos petistas, o Foro, a ONU, Obama, material é o que não falta! Diga isso às pessoas, divulgue e, pode ter certeza, alguns passantes VÃO te apoiar, alguns ficarão curiosos, vão pesquisar sobre o assunto e muitos ficarão sabendo desses fatos pela primeira vez!
Imagina se, todo dia, alguém levantasse uma cartolina em algum lugar estratégico denunciando o Foro de São Paulo. Não precisa nem mesmo ficar gritando nada, basta levantar a cartolina e ficar lá, silencioso, em protesto, por algum tempo.
Você não vai passar no Fantástico ou na CNN, mas pelo menos alguns policiais, recepcionistas, vigilantes, transeuntes e porteiros vão ficar sabendo.
O mais importante é que temos a nosso favor a INTERNET! O único bastião de liberdade que nos resta (por quanto tempo?) proporciona uma divulgação mais efetiva que a porcaria de dois segundos num noticiário qualquer.
Portanto, DIVULGUE sua ação em fotos e vídeos (de preferência editados, simpáticos e interessantes) na internet.
Para tanto, tenho alguns conselhos:
1) Cuidado com a violencia. Já basta a violência da esquerda. Faça questão que seu protesto seja PACÍFICO e ordeiro. Como estou escrevendo para pessoas de direita, nem preciso falar para ir desarmado e não usar drogas.
2) Não ofenda a moral e o pudor das pessoas. Não grite palavras de baixo calão. Seja educado e eloqüente.
3) Trate os subalternos com respeito. Você não está lá para caluniar o porteiro, nossa luta é contra os GRANDES FDP, contra as idéias.
4) Vá bem vestido. Você será o outdoor das idéias que propaga. Não queime o nosso filme. Faça com que o ideário direitista seja apresentável e cause empatia às pessoas. Tudo bem usar uma camiseta divertida do Che-Mart ou do Vanguarda Popular, simplesmente tenha bom senso.
5) Registre e divulgue seu protesto na Web. Isso potencializa, repercute e inspira outras pessoas.
6) Não use nomes genéricos do tipo "Basta", "Cansei", etc. Seja claro: cansou do quê, basta de quê? Tente ser agregador, não exclua ou divida as pessoas. Vínculos partidários têm que ser bem pensados e ponderados.
7) Cuidado com a violência de possíveis transeuntes opositores, não responda a agressões verbais, não bote lenha na fogueira. Isso é MUITO IMPORTANTE. Perceba se não há a presença de estranhos vigiando. Certifique-se que você não está sendo seguido na volta para casa.
Se houver alguma ocorrência, não esboçe reação física, fale em alto e bom som para que testemunhas ouçam que você não quer violência (por isso, manifeste-se SEMPRE em locais públicos e à luz do dia), chame a polícia, filme e registre SEMPRE! Não precisa enquadrar, a câmera pendurada na mão basta.
8) Não precisa ficar o dia inteiro afinal, temos que produzir, não somos sustentados pelo estado. Basta uma ou duas horas. Talvez nem dê tempo da polícia chegar ou de militantes esquerdistas contra-atacarem. A idéia é transmitir uma mensagem e fazer dessa uma experiência não-traumática, de modo que cada um de nós possa fazê-lo algumas vezes por mês.
9) Em dupla é melhor que sozinho. Caso esteja só, tome o dobro de cuidado.
10) Evite marcar manifestações nos finais de semana. Durante a semana as coisas estão funcionando. Meia hora para chegar ao local, uma hora para passar a mensagem, meia hora para voltar pra casa. Duas horas, é o que basta.
Boa sorte!
NÃO ESTAMOS SÓS!
NÃO PODEMOS DEIXAR ESSA GENTE ROUBAR NOSSO PAÍS E TUDO O QUE CONSTRUÍMOS COM TANTA LUTA E SACRIFÍCIO!
"CRIAR E OFERECER" AO INVÉS DE "PROTESTAR E REIVINDICAR"!
LIBERDADE, RESPONSABILIDADE, SENSO MORAL, TRADIÇÃO, JUSTIÇA E PAZ!
TEMOS AO NOSSO LADO 2500 ANOS DE CULTURA OCIDENTAL, ALÉM DO PESO INTELECTUAL DESSES VERDADEIROS CIDADÃOS:
(Complete a lista à vontade).
01. Olavo de Carvalho
02. Graça Salgueiro
03. Heitor de Paola
04. Julio Severo
05. José Nivaldo Cordeiro
06. Carlos Azambuja
07. Ubiratan Iorio
08. Alejandro Peña Esclusa
09. Félix Maier
10. Ipojuca Pontes
11. Percival Puggina
12. Cel. Jorge Batista Ribeiro
13. Cel. Brilhante Ustra
14. Gal. Augusto Heleno
15. Gal. Santa Rosa
16. Tibiriçá Ramaglio
17. Carlos Reis
18. Klauber Cristofen Pires
19. Cicero Harada
20. Reinaldo Azevedo
21. Diogo Mainardi
22. Leonardo "Conde" Bruno
23. Rodrigo Constantino
24. Equipe do site "Gays de Direita"
25. Equipe do site "Ternuma"
26. Elanaine Santana
27. Benê Barbosa (Movimento Viva Brasil)
28. José Osvaldo de Meira Penna
29. Políbio Braga
30. Katia Abreu
31. Jair Bolsonaro
32. Diego Casagrande
33. Equipe do site "Escola Sem Partido"
34. Mario Ferreira dos Santos
35. Roberto Campos
36. Nelson Rodrigues
37. Aluizio Amorim
38. Ricardo Salles (DEM-SP 25.200)
39. Marcel van Hattem (PP-RS 11.022)
40. Thomas Korontai (Partido Federalista)
41. Yoani Sanchez
42. Thomas Sowell
43. Edward Griffin
44. Ron Paul
45. Alan Keyes
46. Cel. Vallamarín Pulido
47. Jeffery Nyquist
48. Mario Oliveira
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Diários de motocicleta da USP
A história é antiga mas vale relembrar - tornou-se um clássico da literatura caricata, desses antológicos.
O fato é que um aluno de filosofia da USP, caricatão, com ligações no SINTUSP, organizou uma excursão ao Forum Social na Venezuela, em 2006. Acontece que o bonitão quis ir de ônibus e calculou a distância e a rota erradas!
A empresa de ônibus até tentou convencer o Che uspiano a utilizar a rota normal, pelo Brasil, mas ele bateu o pé e conseguiu o que queria: uma rota passando por vários países da Am. Latina.
Resultado: chegaram no dia do encerramento, fodidos, sem dinheiro, com caganeira e sem ter como voltar!
O absurdo é que, não sei como, um cargueiro da FAB foi designado para trazê-los de volta (só os alunos progressistas, claro, os motoristas tiveram que voltar pelo Rio Amazonas), assustadinhos e, evidente, bancados pelo orçamento da Aeronáutica!
E a trapalhada não acaba aqui. O tal Werley Torres, o uspiano bolivariano, sumiu do mapa e ficou com parte do dinheiro da excursão!
Resumindo: a empresa capitalista aceitou suas exigências e quebrou seu galho, tomando um grande prejuízo e correndo riscos; quando a coisa apertou eles foram auxiliados com pouso e comida por freiras católicas (que eles tanto detestam) e, no fim, o cara ainda dá balão nos cumpanheiros...
Pois é, gente. Um novo mundo é possível.
Vejam a história completa:
Os spams
A divulgação
Orientações finais
Manchete - Como colocar seu pai numa fria
1/2/2006 13:27:20
(Página 1 de 2)
ESTUDANTE DE FILOSOFIA (PICARETA NAS HORAS VAGAS) QUE FUGIRA DAS AULAS DE GEOGRAFIA E MATEMÁTICA, CALCULOU MAL E DEIXOU 40 PRESOS NA VENEZUELA.
Estava eu e o Tico felizes da vida! Iríamos dar de presente pro meu pai, o Carlão, a viagem ao Fórum Social Mundial. Após procurar, uma vizinha indicara um estudante de filosofia da USP, Werley Torres, que estava organizando uma excursão ao fórum. Fiquei preocupada, a princípio, pois só havia feito contato com o organizador por telefone. E se fosse um picareta? Após o embarque do Carlão e os primeiros contatos telefônicos fiquei aliviada.
Problema: Nas fronteiras, o ônibus fica parado, pedem exigências, etc. Atraso no cronograma.
Problema: Em quito, algum passageiro desavisado toma água (Na América Latina, pedir copo d'água na padaria? Nem pensar - Malditos coliformes & Cia - caganeira, hospedagem num convento, atraso)
Problema: O organizador, talvez tenha calculado errado o tempo - chegada do ônibus no Fórum Social Mundial - no último dia de evento.
Imbecilidade mor: O Sr Werley, néscio de nascença, deve ter fechado o contrato com a empresa de ônibus da seguinte maneira: pegou um mapa mundi, uma régua e um lápis. Traçou linhas de são Paulo até a Venezuela, passando por países da América Latina, multiplicou a metragem, ou "centimetragem" pela escala e..... EUREKA, contratou uma empresa de ônibus por 12 mil km. Porém, em Caracas, já havia dado 10 mil Km.... como fazer com que ônibus faça 2 mil até SP????? Se perguntarem por Sr Werley, ele vai mandar o ônibus ir de ré!!!!
O Valor total da empreitada????? 28 mil, chorando, por que era pra ser 30.
Mas façam as contas: A passagem do Sr Varley e de Sua Namorada, saíram de graça - 42 pessoas ao total - 40 pagantes x 850 reais (valor cobrado pela excursão) = 34000
Olha só..... o que foi feito com os 6 mil que sobrou???????????
Última Notícia: Sr. Werley Torre e sua namorada, Cláudia Santos, fugiram de madrugada, deixando na Venezuela os outros 40 passageiros..... dentre eles, meu pai!!!!
Grande filósofo a Universidade de São Paulo está formando..... filósofo da ação ardilosa, moralmente execrável, filósofo que usa de meios condenáveis para obter vantagem.
Meu pai nunca mais vai aceitar presente meu again.....
(Leandra Fatorelli)
Repercussão
Repercussão II
A HISTÓRIA
(matéria do Estadão)
Diários de uma viagem de ônibus pela América Latina
A aventura dos motoristas que não tiveram o privilégio de serem buscados pela FAB na Venezuela
Quando o ônibus da Arca Turismo chegou à garagem da pequena transportadora em São Bernardo do Campo, na última sexta-feira, após 23 dias na estrada, seus 42 passageiros já desfrutavam do conforto de casa há mais de uma semana. Enquanto os estudantes que contrataram a empresa de fretamento para levá-los à Caracas para o Fórum Social Mundial retornaram ao Brasil em poucas horas de vôo, a bordo de um avião da FAB enviado pelo governo brasileiro para resgatá-los, os três motoristas do veículo não tiveram outra opção para retornar: rodar os mais de cinco mil quilômetros que separam a capital venezuelana da cidade do ABC paulista.
A aventura do grupo ficou conhecida por causa da trapalhada do responsável pelo planejamento da viagem, o estudante de filosofia José Werley Torres, que exigiu da empresa que o ônibus cruzasse Bolívia, Peru, Equador e Colômbia antes de chegar à Venezuela. Ele acreditava que fazendo esse trajeto o grupo chegaria a Caracas cinco dias depois da saída de São Bernardo, no dia 19 de janeiro. Segundo os cálculos do estudante, eles estariam na capital venezuelana para a cerimônia de abertura do Fórum, marcada para o dia 24. Chegaram a tempo de ver apenas o encerramento do evento, dez dias depois do embarque.
Por causa do desgaste dos passageiros com a estafante viagem de ida e o fim do dinheiro da maioria deles para ser usado na volta, uma operação foi montada pela embaixada brasileira para repatriar o grupo. Os motoristas, no entanto, ficaram de fora. Apesar de se tratar de uma aeronave de carga, o Hércules C-130 enviado pela Força Aérea Brasileira não estava preparado para acomodar o Scania branco da empresa de turismo. Depois de alguns dias à espera da resposta do governo brasileiro ao pedido de repatriação, Miguel Serrano, de 69 anos, Alexssandro Oliveira, 31, e Anderson Delabarba, 34, iniciaram a viagem de volta, conduzindo um ônibus vazio e perseguidos por um prejuízo de R$ 12 mil.
Após o desgastante percurso de ida, os três motoristas não tiveram dúvidas em optar pelo caminho que desde o início recomendaram a Torres. Saíram de Caracas em direção a Manaus, um percurso de cerca de 2 mil quilômetros que tomou dois dias inteiros de viagem. A demora, lembram os motoristas, deveu-se principalmente ao trecho entre Boa Vista e a capital do estado do Amazonas, região de reservas indígenas onde não faltam estradas esburacadas e regras de conduta impostas aos viajantes pelos nativos. Há um trecho de 150 quilômetros entre as duas capitais, por exemplo, onde não se podia parar nem tirar fotos.
De Manaus, embarcaram em uma balsa em direção a Belém, de onde seguiriam, via Brasília, para São Paulo.
O fato de terem sido "abandonados" pelo governo brasileiro parece não ter gerado ressentimento nos três, que ainda tiveram que agüentar mais cinco dias e seis noites enclausurados na embarcação, e mais dois dias de estrada até São Bernardo.
Diários de Motocicleta e Central do Brasil
Motorista há mais de 30 anos e dono da Arca Turismo, Seu Miguel não se conforma com a teimosia de Torres, que queria porque queria fazer o percurso pelos países sul-americanos. "Não sei se ele queria chegar ao Fórum ou fazer turismo pela América Latina", disse Doroty Serrano, filha de Seu Miguel que trabalha na administração da empresa de transportes. Segundo o motorista de 69 anos, durante toda a negociação da viagem, ele tentou convencer o estudante de que era mais seguro ir pelo Brasil. Nesse caso, a única dificuldade que enfrentariam seria chegar a Manaus, cidade acessível apenas por vias fluviais. Para resolver o problema, teriam que embarcar em uma balsa em Belém e viajar por cerca de cinco dias por rios da Floresta Amazônica. Mas não adiantou. Torres, que jurava ter checado todas as distâncias, insistiu no percurso, que parecia inspirado na viagem de Che Guevara retratada pelo filme Diários de Motocicleta, de Walter Salles. Para ele, não compensaria perder os cinco dias no roteiro à lá Central do Brasil proposto por Seu Miguel.
"Ele dizia que tinha conhecimento do trajeto, mas não tinha conhecimento nenhum", disse Seu Miguel, que fez Torres assinar um documento se responsabilizando pela decisão de seguir pelos países vizinhos. "No Brasil, nenhuma empresa de turismo tinha feito essa viagem. Não tinha de onde tirar a quilometragem certa", acrescentou.
E foram os contratempos não previstos no "planejamento" de Torres que levaram à demora interminável. Na Bolívia, por exemplo, sacolejaram por 450 quilômetros em uma estrada de terra durante 24 horas. Ao chegar novamente em um trecho de asfalto, Alexssandro não agüentou: desceu do ônibus e correu para se ajoelhar sobre o calçamento. Já na Colômbia, foram impedidos pelo exército de viajar durante a noite devido aos riscos de seqüestros realizados pelas guerrilhas que dominam as selvas do país. Isso sem falar no frio que passaram ao cruzar os Andes. Até folha de coca tiveram que mascar para agüentar as altitudes de mais de 4 mil metros. Para piorar, ainda no Peru receberam a notícia da morte de quatro estudantes mineiros após um acidente com um ônibus brasileiro que fazia o mesmo trajeto.
"Nós ficamos sabendo do acidente na estrada. Eu e o Alex ficamos muito tristes com a notícia", lembra Anderson. Ele conta que o ônibus mineiro, que fazia o mesmo percurso do grupo paulista, sofreu o acidente na região de Arequipa, na Cordilheira dos Andes. "Naquela região é comum você pegar uma camada fina de gelo no asfalto, o que dificulta muito controlar o veículo", continua Anderson. Os sobreviventes do acidente da excursão mineira foram trazidos de volta ao Brasil pelo mesmo avião da FAB que dias depois também buscaria o grupo que chegou à Venezuela.
Cinco dias numa prisão flutuante
Embora presumisse que muitas dificuldades poderiam aparecer durante o percurso, Seu Miguel admite, no entanto, que quando já não havia mais volta, ficou curioso para conhecer o percurso. Alexssandro, um dos motoristas que o acompanhou, provoca, gargalhando: "Foi embarcar na aventura dos ´doidos´ e depois queria desistir". Passada a brincadeira, ele acrescenta: "Em algumas situações, se pudéssemos, teríamos abandonado a ´carga´ e desistido".
Mas Seu Miguel jura que não se arrepende de ter optado por participar da viagem. A única situação da qual reclamou durante toda a conversa que teve com o Portal Estadão.com.br foi os cinco dias e seis noites claustrofóbicas passadas a bordo da balsa que faz o trajeto Manaus-Belém, já na volta a São Bernardo do Campo. A embarcação, que cobra mais de R$ 1,5 mil por veículo, costuma levar cerca de 70 carretas e se desloca a uma média de 15 Km/h, não faz paradas ao longo da viagem. "Aquilo é uma prisão", desabafa Seu Miguel. Ele conta que além da falta do que fazer, uma outra marca da viagem é a péssima comida servida aos passageiros.
O fato é que um aluno de filosofia da USP, caricatão, com ligações no SINTUSP, organizou uma excursão ao Forum Social na Venezuela, em 2006. Acontece que o bonitão quis ir de ônibus e calculou a distância e a rota erradas!
A empresa de ônibus até tentou convencer o Che uspiano a utilizar a rota normal, pelo Brasil, mas ele bateu o pé e conseguiu o que queria: uma rota passando por vários países da Am. Latina.
Resultado: chegaram no dia do encerramento, fodidos, sem dinheiro, com caganeira e sem ter como voltar!
O absurdo é que, não sei como, um cargueiro da FAB foi designado para trazê-los de volta (só os alunos progressistas, claro, os motoristas tiveram que voltar pelo Rio Amazonas), assustadinhos e, evidente, bancados pelo orçamento da Aeronáutica!
E a trapalhada não acaba aqui. O tal Werley Torres, o uspiano bolivariano, sumiu do mapa e ficou com parte do dinheiro da excursão!
Resumindo: a empresa capitalista aceitou suas exigências e quebrou seu galho, tomando um grande prejuízo e correndo riscos; quando a coisa apertou eles foram auxiliados com pouso e comida por freiras católicas (que eles tanto detestam) e, no fim, o cara ainda dá balão nos cumpanheiros...
Pois é, gente. Um novo mundo é possível.
Vejam a história completa:
Os spams
A divulgação
Orientações finais
Manchete - Como colocar seu pai numa fria
1/2/2006 13:27:20
(Página 1 de 2)
ESTUDANTE DE FILOSOFIA (PICARETA NAS HORAS VAGAS) QUE FUGIRA DAS AULAS DE GEOGRAFIA E MATEMÁTICA, CALCULOU MAL E DEIXOU 40 PRESOS NA VENEZUELA.
Estava eu e o Tico felizes da vida! Iríamos dar de presente pro meu pai, o Carlão, a viagem ao Fórum Social Mundial. Após procurar, uma vizinha indicara um estudante de filosofia da USP, Werley Torres, que estava organizando uma excursão ao fórum. Fiquei preocupada, a princípio, pois só havia feito contato com o organizador por telefone. E se fosse um picareta? Após o embarque do Carlão e os primeiros contatos telefônicos fiquei aliviada.
Problema: Nas fronteiras, o ônibus fica parado, pedem exigências, etc. Atraso no cronograma.
Problema: Em quito, algum passageiro desavisado toma água (Na América Latina, pedir copo d'água na padaria? Nem pensar - Malditos coliformes & Cia - caganeira, hospedagem num convento, atraso)
Problema: O organizador, talvez tenha calculado errado o tempo - chegada do ônibus no Fórum Social Mundial - no último dia de evento.
Imbecilidade mor: O Sr Werley, néscio de nascença, deve ter fechado o contrato com a empresa de ônibus da seguinte maneira: pegou um mapa mundi, uma régua e um lápis. Traçou linhas de são Paulo até a Venezuela, passando por países da América Latina, multiplicou a metragem, ou "centimetragem" pela escala e..... EUREKA, contratou uma empresa de ônibus por 12 mil km. Porém, em Caracas, já havia dado 10 mil Km.... como fazer com que ônibus faça 2 mil até SP????? Se perguntarem por Sr Werley, ele vai mandar o ônibus ir de ré!!!!
O Valor total da empreitada????? 28 mil, chorando, por que era pra ser 30.
Mas façam as contas: A passagem do Sr Varley e de Sua Namorada, saíram de graça - 42 pessoas ao total - 40 pagantes x 850 reais (valor cobrado pela excursão) = 34000
Olha só..... o que foi feito com os 6 mil que sobrou???????????
Última Notícia: Sr. Werley Torre e sua namorada, Cláudia Santos, fugiram de madrugada, deixando na Venezuela os outros 40 passageiros..... dentre eles, meu pai!!!!
Grande filósofo a Universidade de São Paulo está formando..... filósofo da ação ardilosa, moralmente execrável, filósofo que usa de meios condenáveis para obter vantagem.
Meu pai nunca mais vai aceitar presente meu again.....
(Leandra Fatorelli)
Repercussão
Repercussão II
A HISTÓRIA
(matéria do Estadão)
Diários de uma viagem de ônibus pela América Latina
A aventura dos motoristas que não tiveram o privilégio de serem buscados pela FAB na Venezuela
Quando o ônibus da Arca Turismo chegou à garagem da pequena transportadora em São Bernardo do Campo, na última sexta-feira, após 23 dias na estrada, seus 42 passageiros já desfrutavam do conforto de casa há mais de uma semana. Enquanto os estudantes que contrataram a empresa de fretamento para levá-los à Caracas para o Fórum Social Mundial retornaram ao Brasil em poucas horas de vôo, a bordo de um avião da FAB enviado pelo governo brasileiro para resgatá-los, os três motoristas do veículo não tiveram outra opção para retornar: rodar os mais de cinco mil quilômetros que separam a capital venezuelana da cidade do ABC paulista.
A aventura do grupo ficou conhecida por causa da trapalhada do responsável pelo planejamento da viagem, o estudante de filosofia José Werley Torres, que exigiu da empresa que o ônibus cruzasse Bolívia, Peru, Equador e Colômbia antes de chegar à Venezuela. Ele acreditava que fazendo esse trajeto o grupo chegaria a Caracas cinco dias depois da saída de São Bernardo, no dia 19 de janeiro. Segundo os cálculos do estudante, eles estariam na capital venezuelana para a cerimônia de abertura do Fórum, marcada para o dia 24. Chegaram a tempo de ver apenas o encerramento do evento, dez dias depois do embarque.
Por causa do desgaste dos passageiros com a estafante viagem de ida e o fim do dinheiro da maioria deles para ser usado na volta, uma operação foi montada pela embaixada brasileira para repatriar o grupo. Os motoristas, no entanto, ficaram de fora. Apesar de se tratar de uma aeronave de carga, o Hércules C-130 enviado pela Força Aérea Brasileira não estava preparado para acomodar o Scania branco da empresa de turismo. Depois de alguns dias à espera da resposta do governo brasileiro ao pedido de repatriação, Miguel Serrano, de 69 anos, Alexssandro Oliveira, 31, e Anderson Delabarba, 34, iniciaram a viagem de volta, conduzindo um ônibus vazio e perseguidos por um prejuízo de R$ 12 mil.
Após o desgastante percurso de ida, os três motoristas não tiveram dúvidas em optar pelo caminho que desde o início recomendaram a Torres. Saíram de Caracas em direção a Manaus, um percurso de cerca de 2 mil quilômetros que tomou dois dias inteiros de viagem. A demora, lembram os motoristas, deveu-se principalmente ao trecho entre Boa Vista e a capital do estado do Amazonas, região de reservas indígenas onde não faltam estradas esburacadas e regras de conduta impostas aos viajantes pelos nativos. Há um trecho de 150 quilômetros entre as duas capitais, por exemplo, onde não se podia parar nem tirar fotos.
De Manaus, embarcaram em uma balsa em direção a Belém, de onde seguiriam, via Brasília, para São Paulo.
O fato de terem sido "abandonados" pelo governo brasileiro parece não ter gerado ressentimento nos três, que ainda tiveram que agüentar mais cinco dias e seis noites enclausurados na embarcação, e mais dois dias de estrada até São Bernardo.
Diários de Motocicleta e Central do Brasil
Motorista há mais de 30 anos e dono da Arca Turismo, Seu Miguel não se conforma com a teimosia de Torres, que queria porque queria fazer o percurso pelos países sul-americanos. "Não sei se ele queria chegar ao Fórum ou fazer turismo pela América Latina", disse Doroty Serrano, filha de Seu Miguel que trabalha na administração da empresa de transportes. Segundo o motorista de 69 anos, durante toda a negociação da viagem, ele tentou convencer o estudante de que era mais seguro ir pelo Brasil. Nesse caso, a única dificuldade que enfrentariam seria chegar a Manaus, cidade acessível apenas por vias fluviais. Para resolver o problema, teriam que embarcar em uma balsa em Belém e viajar por cerca de cinco dias por rios da Floresta Amazônica. Mas não adiantou. Torres, que jurava ter checado todas as distâncias, insistiu no percurso, que parecia inspirado na viagem de Che Guevara retratada pelo filme Diários de Motocicleta, de Walter Salles. Para ele, não compensaria perder os cinco dias no roteiro à lá Central do Brasil proposto por Seu Miguel.
"Ele dizia que tinha conhecimento do trajeto, mas não tinha conhecimento nenhum", disse Seu Miguel, que fez Torres assinar um documento se responsabilizando pela decisão de seguir pelos países vizinhos. "No Brasil, nenhuma empresa de turismo tinha feito essa viagem. Não tinha de onde tirar a quilometragem certa", acrescentou.
E foram os contratempos não previstos no "planejamento" de Torres que levaram à demora interminável. Na Bolívia, por exemplo, sacolejaram por 450 quilômetros em uma estrada de terra durante 24 horas. Ao chegar novamente em um trecho de asfalto, Alexssandro não agüentou: desceu do ônibus e correu para se ajoelhar sobre o calçamento. Já na Colômbia, foram impedidos pelo exército de viajar durante a noite devido aos riscos de seqüestros realizados pelas guerrilhas que dominam as selvas do país. Isso sem falar no frio que passaram ao cruzar os Andes. Até folha de coca tiveram que mascar para agüentar as altitudes de mais de 4 mil metros. Para piorar, ainda no Peru receberam a notícia da morte de quatro estudantes mineiros após um acidente com um ônibus brasileiro que fazia o mesmo trajeto.
"Nós ficamos sabendo do acidente na estrada. Eu e o Alex ficamos muito tristes com a notícia", lembra Anderson. Ele conta que o ônibus mineiro, que fazia o mesmo percurso do grupo paulista, sofreu o acidente na região de Arequipa, na Cordilheira dos Andes. "Naquela região é comum você pegar uma camada fina de gelo no asfalto, o que dificulta muito controlar o veículo", continua Anderson. Os sobreviventes do acidente da excursão mineira foram trazidos de volta ao Brasil pelo mesmo avião da FAB que dias depois também buscaria o grupo que chegou à Venezuela.
Cinco dias numa prisão flutuante
Embora presumisse que muitas dificuldades poderiam aparecer durante o percurso, Seu Miguel admite, no entanto, que quando já não havia mais volta, ficou curioso para conhecer o percurso. Alexssandro, um dos motoristas que o acompanhou, provoca, gargalhando: "Foi embarcar na aventura dos ´doidos´ e depois queria desistir". Passada a brincadeira, ele acrescenta: "Em algumas situações, se pudéssemos, teríamos abandonado a ´carga´ e desistido".
Mas Seu Miguel jura que não se arrepende de ter optado por participar da viagem. A única situação da qual reclamou durante toda a conversa que teve com o Portal Estadão.com.br foi os cinco dias e seis noites claustrofóbicas passadas a bordo da balsa que faz o trajeto Manaus-Belém, já na volta a São Bernardo do Campo. A embarcação, que cobra mais de R$ 1,5 mil por veículo, costuma levar cerca de 70 carretas e se desloca a uma média de 15 Km/h, não faz paradas ao longo da viagem. "Aquilo é uma prisão", desabafa Seu Miguel. Ele conta que além da falta do que fazer, uma outra marca da viagem é a péssima comida servida aos passageiros.
Projeto de lei proíbe palmadinhas
Lulla assinou um projeto de lei que visa proibir as palmadinhas e puxões de orelha que os pais dão nos filhos.
Não se trata de apoiar ou não a punição física como recurso educacional, se trata de questionar se o estado têm o direito de interferir nas convicções da família.
No Brasil, os pais não têm autonomia para educar seus filhos. Homeschooling é crime punido com a perda da guarda e você é obrigado a seguir as diretrizes de uns "iluminados" do Ministério da Educação.
Agora o estado dá mais um passo em direção ao controle total. Lembre-se que não se pode mais fumar na sua própria propriedade e o projeto de controle alimentar já está em andamento.
Falta, para o brasileiro, uma cultura liberal. As pessoas tendem a considerar o estado como panacéia para todos os problemas. Estamos criando uma sociedade da denúncia, uma sociedade de desconfiança, de delatores, de falta de liberdade. As pessoas transferem toda sua responsabilidade ao estado. Você não pode reagir a uma agressão, tem que esperar a polícia, você não pode educar seu filho, tem que submetê-lo ao aparato estatal. Cria-se uma cultura da gritaria. Ao invés de criar e oferecer, as pessoas apenas protestam e reivindicam.
Filhos denunciando os pais e sendo louvados como grandes patriotas por isso. Já vi isso em algum lugar...
Não se trata de apoiar ou não a punição física como recurso educacional, se trata de questionar se o estado têm o direito de interferir nas convicções da família.
No Brasil, os pais não têm autonomia para educar seus filhos. Homeschooling é crime punido com a perda da guarda e você é obrigado a seguir as diretrizes de uns "iluminados" do Ministério da Educação.
Agora o estado dá mais um passo em direção ao controle total. Lembre-se que não se pode mais fumar na sua própria propriedade e o projeto de controle alimentar já está em andamento.
Falta, para o brasileiro, uma cultura liberal. As pessoas tendem a considerar o estado como panacéia para todos os problemas. Estamos criando uma sociedade da denúncia, uma sociedade de desconfiança, de delatores, de falta de liberdade. As pessoas transferem toda sua responsabilidade ao estado. Você não pode reagir a uma agressão, tem que esperar a polícia, você não pode educar seu filho, tem que submetê-lo ao aparato estatal. Cria-se uma cultura da gritaria. Ao invés de criar e oferecer, as pessoas apenas protestam e reivindicam.
Filhos denunciando os pais e sendo louvados como grandes patriotas por isso. Já vi isso em algum lugar...
terça-feira, 13 de julho de 2010
Alejandro Peña Esclusa é preso a mando de Cuba
Alejandro Peña Esclusa é presidente da Fuerza Solidaria e da Unoamerica, organizações de oposição ao Foro de São Paulo, autor de "O Continente da Esperança" e articulista.
Um democrata, pacifista que foi preso ontem pelas tropas chavistas da Venezuela, que alegaram ligações com terroristas.
Aqui Graça Salgueiro explica o caso em detalhes.
A cobertura da imprensa brasileira foi uma coisa criminosa, um serviço de desinformação grave. O portal Terra associou em todos os seus artigos, ao nome de Peña Esclusa, o adjetivo "radical". Ora, ou é um completo desconhecimento ou má-fé, pura e simplesmente.
Creio que seja a segunda alternativa, dado que a imprensa está tomada por essa corja imunda.
Não é só isso!!
Perceba o caráter criminoso dos portais Terra e Uol a associarem ao nome de Peña Esclusa o estigma de "radical".
Radical, isso mesmo, amigos! O sr. Esclusa é agora um opositor radical com ligações terroristas, segundo essa corja imunda!
Vejam com seus próprios olhos:
Terra
Uol
Hoje é Peña Esclusa, amanhã seremos nós.
Um democrata, pacifista que foi preso ontem pelas tropas chavistas da Venezuela, que alegaram ligações com terroristas.
Aqui Graça Salgueiro explica o caso em detalhes.
A cobertura da imprensa brasileira foi uma coisa criminosa, um serviço de desinformação grave. O portal Terra associou em todos os seus artigos, ao nome de Peña Esclusa, o adjetivo "radical". Ora, ou é um completo desconhecimento ou má-fé, pura e simplesmente.
Creio que seja a segunda alternativa, dado que a imprensa está tomada por essa corja imunda.
Não é só isso!!
Perceba o caráter criminoso dos portais Terra e Uol a associarem ao nome de Peña Esclusa o estigma de "radical".
Radical, isso mesmo, amigos! O sr. Esclusa é agora um opositor radical com ligações terroristas, segundo essa corja imunda!
Vejam com seus próprios olhos:
Terra
Uol
Hoje é Peña Esclusa, amanhã seremos nós.
domingo, 11 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
A mídia e o Poste
Segue uma pequena coletânea de momentos vergonhosos da Dilma na mídia. Entrevistas, participações em programas, mentiras, enrolações, hesitações, vergonha alheia. Tudo aquilo que a gente percebe mas tem medo de comentar.
O rei está nu, com seu projeto de poder debaixo do braço.
AMEAÇA
No programa Roda Viva, excepcionalmente gravado por exigência da candidata, Dilma não responde nada e ameaça o repórter da amiga Folha de São Paulo.
ZÉ EDUARDO CARDOZO
Aqui o lacaio perde a paciência com a tosquice da terrorista.
http://www.youtube.com/watch?v=zgisDp7J0Tw&NR=1
ARRANCADA
Ótimo senso de humor sobre os anacolutos recorrentes da comunista Vanda.
http://www.youtube.com/watch?v=1qqxweKkaFg
ROLANDO LERO
Enrolação, anacolutos, hesitação, autoritarismo. By Estela, da VAL-Palmares.
http://www.youtube.com/watch?v=c3K8EJ9VIT8&NR=1
LADY GAGA
Pois é, a Patrícia virou piada nacional.
http://www.youtube.com/watch?v=BlE1xWErU2M&NR=1
COP
Gafe ou ato falho?
http://www.youtube.com/watch?v=60FgiV5L1RI&feature=related
LOST DILMA
Não adianta se fantasiar de Norma Bengel, está mais perdida que peido em multidão.
http://www.youtube.com/watch?v=1o3HlAfgRWk&feature=related
FIASCO
NOSSA SENHORA
(a partir de 1:15 até 2:10)
Vale a transcrição:
- blá, blá, blá... a senhora acredita em Deus?
- Eu acredito numa força superior (será o Partido?) que a gente pode chamar de Deus. Mas, mais do que nessa força, acredito nessa deusa-mulher, Nossa Senhora.
- Que Nossa Senhora? Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora De Uma Forma Geral??
- Em todas essas múltiplas nossas senhoras que há pelo Brasil...
...
Ai, meu saco.
O rei está nu, com seu projeto de poder debaixo do braço.
AMEAÇA
No programa Roda Viva, excepcionalmente gravado por exigência da candidata, Dilma não responde nada e ameaça o repórter da amiga Folha de São Paulo.
ZÉ EDUARDO CARDOZO
Aqui o lacaio perde a paciência com a tosquice da terrorista.
http://www.youtube.com/watch?v=zgisDp7J0Tw&NR=1
ARRANCADA
Ótimo senso de humor sobre os anacolutos recorrentes da comunista Vanda.
http://www.youtube.com/watch?v=1qqxweKkaFg
ROLANDO LERO
Enrolação, anacolutos, hesitação, autoritarismo. By Estela, da VAL-Palmares.
http://www.youtube.com/watch?v=c3K8EJ9VIT8&NR=1
LADY GAGA
Pois é, a Patrícia virou piada nacional.
http://www.youtube.com/watch?v=BlE1xWErU2M&NR=1
COP
Gafe ou ato falho?
http://www.youtube.com/watch?v=60FgiV5L1RI&feature=related
LOST DILMA
Não adianta se fantasiar de Norma Bengel, está mais perdida que peido em multidão.
http://www.youtube.com/watch?v=1o3HlAfgRWk&feature=related
FIASCO
NOSSA SENHORA
(a partir de 1:15 até 2:10)
Vale a transcrição:
- blá, blá, blá... a senhora acredita em Deus?
- Eu acredito numa força superior (será o Partido?) que a gente pode chamar de Deus. Mas, mais do que nessa força, acredito nessa deusa-mulher, Nossa Senhora.
- Que Nossa Senhora? Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora De Uma Forma Geral??
- Em todas essas múltiplas nossas senhoras que há pelo Brasil...
...
Ai, meu saco.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Os vários regimes militares
Trecho essencial de artigo de Olavo de Carvalho sobre o golpe militar e os regimes que o seguiram.
"...[João Goulart] estimulava a divisão nas Forças Armadas para provocar uma guerra civil, desrespeitava cinicamente a Constituição e elevava os gastos públicos até as nuvens, provocando uma inflação que reduzia o povo à miséria, da qual prometia tirá-lo pelo expediente enganoso de dar aumentos salariais que a própria inflação tornava fictícios.
A derrubada do presidente foi um ato legítimo, apoiado pelo Congresso e por toda a opinião pública, expressa na maior manifestação de massas de toda a história nacional (sim, a "Marcha da Família com Deus pela Liberdade" foi bem maior do que todas as passeatas subseqüentes contra a ditadura). É só ler os jornais da época – os mesmos que hoje falsificam sua própria história – e você tirará isso a limpo.
O clamor geral pela derrubada do presidente chegou ao auge em dois editoriais do Correio da Manhã que serviram de incitação direta ao golpe. Sob os títulos "Basta!" e "Fora!", ambos foram escritos por Otto Maria Carpeaux, um escritor notável que depois se tornou o principal crítico do novo regime. Por esse detalhe você percebe o quanto era vasta e disseminada a revolta contra o governo.
O golpe não produziu diretamente o regime militar. Este foi nascendo de uma seqüência de transformações – quase "golpes internos" – cujas conseqüências ninguém poderia prever em março de 1964. Na verdade, não houve um "regime militar". Houve quatro regimes, muito diferentes entre si: (1) o regime saneador e modernizador de Castelo Branco; (2) o período de confusão e opressão que começa com Costa e Silva, prossegue na Junta Militar e culmina no meio do governo Médici: (3) o período Médici propriamente dito; e (4) a dissolução do regime, com Geisel e Figueiredo.
Quem disser que no primeiro desses períodos houve restrição séria à liberdade estará mentindo. Castelo demoliu o esquema político comunista sem sufocar as liberdades públicas. Muito menos houve, nessa época, qualquer violência física, exceto da parte dos comunistas, que praticaram 82 atentados antes que, no período seguinte, viessem a ditadura em sentido pleno, as repressões sangrentas, o abuso generalizado da autoridade.
O governo Médici é marcado pela vitória contra a guerrilha, por uma tentativa fracassada de retorno à democracia e por um sucesso econômico estrondoso (o Brasil era a 46ª. economia do mundo, subiu para o 8º. lugar na era Médici, caindo para o 16º. de Sarney a Lula).
Geisel adota uma política econômica socializante da qual pagamos o prejuízo até hoje, tolera a corrupção, inscreve o Brasil no eixo terceiro-mundista anti-americano e ajuda Cuba a invadir Angola, um genocídio que não fez menos de 100 mil vítimas (o maior dos crimes da ditadura e o único autenticamente hediondo -- contra o qual ninguém diz uma palavra, porque foi a favor da esquerda).
Figueiredo prossegue na linha de Geisel e nada lhe acrescenta – mas não se pode negar-lhe o mérito de entregar a rapadura quando já não tinha dentes para roê-la.
É uma estupidez acreditar que esses quatro regimes formem unidade entre si, podendo ser julgados em bloco. Na minha opinião pessoal, Castelo foi um homem justo e um grande presidente; Médici foi o melhor administrador que já tivemos, apesar de mau político.
Minha opinião sobre Costa, a Junta Militar, Geisel e Figueiredo não pode ser dita em público sem ferir a decência.
(...)
"...[João Goulart] estimulava a divisão nas Forças Armadas para provocar uma guerra civil, desrespeitava cinicamente a Constituição e elevava os gastos públicos até as nuvens, provocando uma inflação que reduzia o povo à miséria, da qual prometia tirá-lo pelo expediente enganoso de dar aumentos salariais que a própria inflação tornava fictícios.
A derrubada do presidente foi um ato legítimo, apoiado pelo Congresso e por toda a opinião pública, expressa na maior manifestação de massas de toda a história nacional (sim, a "Marcha da Família com Deus pela Liberdade" foi bem maior do que todas as passeatas subseqüentes contra a ditadura). É só ler os jornais da época – os mesmos que hoje falsificam sua própria história – e você tirará isso a limpo.
O clamor geral pela derrubada do presidente chegou ao auge em dois editoriais do Correio da Manhã que serviram de incitação direta ao golpe. Sob os títulos "Basta!" e "Fora!", ambos foram escritos por Otto Maria Carpeaux, um escritor notável que depois se tornou o principal crítico do novo regime. Por esse detalhe você percebe o quanto era vasta e disseminada a revolta contra o governo.
O golpe não produziu diretamente o regime militar. Este foi nascendo de uma seqüência de transformações – quase "golpes internos" – cujas conseqüências ninguém poderia prever em março de 1964. Na verdade, não houve um "regime militar". Houve quatro regimes, muito diferentes entre si: (1) o regime saneador e modernizador de Castelo Branco; (2) o período de confusão e opressão que começa com Costa e Silva, prossegue na Junta Militar e culmina no meio do governo Médici: (3) o período Médici propriamente dito; e (4) a dissolução do regime, com Geisel e Figueiredo.
Quem disser que no primeiro desses períodos houve restrição séria à liberdade estará mentindo. Castelo demoliu o esquema político comunista sem sufocar as liberdades públicas. Muito menos houve, nessa época, qualquer violência física, exceto da parte dos comunistas, que praticaram 82 atentados antes que, no período seguinte, viessem a ditadura em sentido pleno, as repressões sangrentas, o abuso generalizado da autoridade.
O governo Médici é marcado pela vitória contra a guerrilha, por uma tentativa fracassada de retorno à democracia e por um sucesso econômico estrondoso (o Brasil era a 46ª. economia do mundo, subiu para o 8º. lugar na era Médici, caindo para o 16º. de Sarney a Lula).
Geisel adota uma política econômica socializante da qual pagamos o prejuízo até hoje, tolera a corrupção, inscreve o Brasil no eixo terceiro-mundista anti-americano e ajuda Cuba a invadir Angola, um genocídio que não fez menos de 100 mil vítimas (o maior dos crimes da ditadura e o único autenticamente hediondo -- contra o qual ninguém diz uma palavra, porque foi a favor da esquerda).
Figueiredo prossegue na linha de Geisel e nada lhe acrescenta – mas não se pode negar-lhe o mérito de entregar a rapadura quando já não tinha dentes para roê-la.
É uma estupidez acreditar que esses quatro regimes formem unidade entre si, podendo ser julgados em bloco. Na minha opinião pessoal, Castelo foi um homem justo e um grande presidente; Médici foi o melhor administrador que já tivemos, apesar de mau político.
Minha opinião sobre Costa, a Junta Militar, Geisel e Figueiredo não pode ser dita em público sem ferir a decência.
(...)
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