terça-feira, 9 de setembro de 2008
Começou a virada!
McCain/Palin 50%
Obama/Biden 46%
http://www.gallup.com/poll/110107/Republicans-Enthusiasm-Jumps-After-Convention.aspx
McCain/Palin 54%
Obama/Biden 44%
http://www.realclearpolitics.com/epolls/2008/president/national.html
Discurso de McCain bate recorde de audiência nos EUA:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u441878.shtml
Palin é mais popular do que Obama, diz pesquisa :
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u441945.shtml
domingo, 7 de setembro de 2008
Sobre Sarah Palin
Não podemos santificar alguém simplesmente porque não conhecemos a conduta de toda uma vida, mas também não devemos condená-la pelo fato de ser mulher.
Ela me passou a impressão de uma pessoa extremamente firme, segura, consciente, inteligente e preparada sim a enfrentar a "bucha" de ser vice dos EUA.
Ao pesquisar sobre sua biografia percebi ações e condutas valorosas, anti-aborto, anti-desarmamento, patriotismo, desoneração do contribuinte, pró liberdade, moralmente irrepreensíveis.
Então a questão não é condenar nem beatificar ninguém - é simplesmente "Qual a melhor opção para os EUA nesse contexto?"
É Palin/McCain (acho que soa melhor assim) ou Obama (muçulmano militante, racista, fanático, falsário, apóstata e mentiroso) e Biden (o cara que quis liberar o Alaska para os russos)?
Imagina se uma mulher dá um fim nesses malditos aiatolás assim como uma mulher deu um fim no comunismo soviético?
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
As barangas de Severo
Não vou transcrever o texto todo que meu blog não é pinico, mas deixo o link para quem tiver curiosidade.
http://juliosevero.blogspot.com/
Vou apenas expor as "críticas" do texto contra Sarah Palin, vejam só o nível doentio de tais "críticas":
1. Tem uma filha de 17 anos grávida que vai se casar com o pai da criança e ter a criança - e isso é uma falha moral.(!)
2. É "abertamente feminista".(A única ligação "abertamente feminista" de Palin é com o Feminists For Life, uma organização ANTI-ABORTISTA.)
3. Os filhos de Palin "não estão prontos para isso". (!!!!!!)
4. Ela cuidava do filho enquanto trabalhava. Um absurdo.
5. Ela vai colocar seu filho deficiente debaixo da mesa de trabalho na Casa Branca.(!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
6. Deixar um filho na creche e trabalhar é o mesmo que abortá-lo. (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
Alguém que escreva isso e publique merece apenas o escárnio, tem uma mentalidade doentia, uma mente maligna.
Considerando que o texto foi escrito por uma mulher:
"E sim, eu sei que a coroação em 29 de agosto da ex-rainha da beleza Palin como “Senhora Vice-Presidente dos EUA” sabotou de forma impressionante as festividades socialistas charmosas do discurso de aceitação de Barack Obama na noite anterior."
Não sei por que isso me cheira ressentimento de baranga mal-amada...
E ainda:
"Sim, eu sei que a escolha de Palin pareceu quase providencial. McCain apresentou Palin para uma multidão de admiradores no aniversário dele, que por acaso ocorreu quase no 88º aniversário do dia em que as mulheres ganharam o direito de votar. Adicione a isso o fato de que o filho de Palin será mandado como soldado ao Iraque em 11 de setembro, o aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e parece que as estrelas se alinharam de forma maravilhosa para a campanha presidencial republicana.
(...)
E sim, eu sei que os principais conservadores cristãos como Dr. James Dobson de Focus on the Family estão eletrizados que, num ano eleitoral em que um democrata está concorrendo numa chapa pró-infanticídio, os republicanos tenham uma chapa pró-vida. É um ano importante porque a escolha de mais um juiz pró-vida para o Supremo Tribunal poderia significar o fim da matança em massa de milhões de bebês em gestação dentro do ventre de suas mães. Os conservadores agora estão na expectativa. O momento é apropriado."
Ponto para Palin!
Enfim, quanta preocupação com os filhos de Sarah Palin! Chega a ser comovente!
Depois de ler esse texto, aí sim que vou defender Sarah Palin com unhas e dentes. Uma baranga mal-comida, ressentida e sabe-se lá com quais interesses em depreciar Sarah Palin acabou dando um tiro no pé, o texto acaba sendo completamente pró-Palin!
Julio Severo, fique com suas barangas. Estou com Palin e McCain.
Nasce uma estrela republicana

"Senhor presidente, delegados e concidadãos: ser considerada para indicação à vice-presidência dos Estados Unidos é uma grande honra para mim. Aceito o convite para ajudar o nosso indicado à presidência a servir e defender a América. Aceito o desafio de uma luta dura nessa eleição... contra oponentes confiantes... em um momento crucial para o nosso país.
E aceito o privilégio de servir com um homem que já realizou missões muito mais difíceis, e enfrentou desafios muito mais árduos, e sabe com que dificuldade surgem as vitórias o próximo presidente dos Estados Unidos, John McCain.
Apenas um ano atrás, os especialistas consideravam que o nosso indicado estava descartado, porque ele se recusou a atenuar seu compromisso para com a segurança do país que ele ama.
Com sua certeza usual, eles nos informaram que tudo estava perdido que não havia esperança para um candidato que declarou que preferiria perder uma eleição a ver seu país perder uma guerra. Mas os especialistas e os sabichões desconsideraram apenas uma coisa ao descartá-lo.
Desconsideraram o calibre do homem que ele é a determinação, a resolução, a coragem indomável do senador John McCain. E os eleitores conheciam tudo isso.
E isso talvez se deva ao fato de que eles reconheçam que existe um momento para política e um momento para liderança... um momento para fazer campanha e um momento para colocar nosso país adiante de tudo. Nosso indicado para a presidência é um verdadeiro exemplo de coragem, e pessoas como ele são difíceis de encontrar.
Ele usou o uniforme de nossas forças armadas por 22 anos, e se recusou a abandonar seu compromisso para com os soldados no Iraque, que nos colocaram à beira da vitória.
E, como mãe de um desses soldados, esse é exatamente o tipo de homem que desejo como comandante-em-chefe. Eu sou apenas uma daquelas mães que dizem uma oração a mais a cada noite por nossos filhos e filhas que estão enfrentando o mal em nosso nome.
Nosso filho Track tem 19 anos. E dentro de uma semana --em 11 de setembro-- ele será transferido ao Iraque para servir o país com a infantaria do exército. Meu sobrinho Kasey também se alistou, e serve em um porta-aviões no Golfo Pérsico. Minha família se orgulha dos dois, e de todos os excelentes homens e mulheres que servem às forças armadas do país. Track é o mais velho de nossos cinco filhos.
Em nossa família, são dois meninos, e três meninas no meio --minhas fortes e generosas filhas Bristol, Willow e Piper. E em abril, meu marido Todd e eu recebemos o nosso mais novo no mundo, um menino perfeitamente lindo chamado Trig. De dentro, nenhuma família parece típica. E é esse o caso para nós.
Nossa família passa pelos mesmos altos e baixos que qualquer outra, pelos mesmos desafios e as mesmas alegrias. Ocasionalmente, até mesmo as maiores alegrias acarretam desafios. E crianças com necessidades especiais inspiram um amor especial.
Às famílias de crianças com necessidades especiais em todo o país, tenho uma mensagem: há anos vocês vêm tentando fazer dos Estados Unidos um país que receba melhor os seus filhos e filhas. Prometo que, caso eu seja eleita, vocês terão uma amiga e uma defensora na Casa Branca. E Todd merece uma história só para ele.
Trabalhou a vida toda como pescador comercial, como operador de produção nos campos de petróleo de North Slope, no Alasca, como orgulhoso membro do sindicato dos siderúrgicos... e como campeão mundial em corridas de snowmobile. Se acrescentarmos suas origens que remontam aos esquimós Yup'ik, é fácil perceber que ele é algo de especial.
Fomos apresentados no segundo grau, e cinco filhos mais tarde ele continua a ser o homem da minha vida. Minha mãe e meu pai trabalhavam ambos na escola primária de nossa cidadezinha. E entre as muitas coisas que lhes devo está uma simples lição: a de que estamos nos Estados Unidos, e toda mulher pode encontrar abertas as portas da oportunidade.
Meus pais estão aqui na noite de hoje, e tenho orgulho por ser a filha de Chuck e Sally Heath. Muito tempo atrás, um jovem agricultor e proprietário de uma loja de roupas do Missouri também seguiu um percurso improvável até a vice-presidência.
Um escritor observou que "nós cultivamos boas pessoas em nossas pequenas cidades, pessoas honestas, sinceras e dignas". Eu conheço exatamente a espécie de pessoas que o escritor tinha em mente ao elogiar Harry Truman. Foi com pessoas como essas que cresci.
São elas que executam alguns dos mais difíceis trabalhos do país, que cultivam nossos alimentos, trabalham em nossas fábricas e combatem em nossas guerras. Elas amam seu país, nos bons e nos maus tempos, e sempre têm orgulho da América. Tive o privilégio de viver a maior parte da minha vida em uma cidade pequena.
Fui uma mãe média, daquelas que levam os filhos para jogar hóquei, e me inscrevi na Associação de Pais e Mestres porque queria melhorar a educação pública que meus filhos recebiam. Quando disputei um posto no Legislativo municipal, não precisei de grupos de opinião e perfis de eleitores para me orientar, porque conhecia os eleitores e suas famílias pessoalmente.
Antes de me tornar governadora do grande Estado do Alasca, fui prefeita da minha cidade natal. E porque os nossos oponentes na eleição presidencial parecem desconsiderar essa experiência, permitam-me explicar a eles o que esse trabalho envolve.
Creio que o prefeito de uma cidade pequena seja uma espécie de "organizador comunitário", se excetuarmos o fato de que ele tem responsabilidades reais. Eu poderia acrescentar que, nas pequenas cidades, não sabemos direito o que pensar sobre um candidato que despeja elogios aos trabalhadores quando eles estão ouvindo e depois diz que eles se apegam amargamente à sua religião e às suas armas, quando não estão ouvindo.
Tendemos a preferir candidatos que não falem sobre nós de uma maneira em Scranton e de outra em San Francisco.
Quanto ao meu companheiro de chapa, podem estar certos de que, onde quer que ele vá, e quem quer que o esteja ouvindo, John McCain é sempre o mesmo homem. Eu não sou membro permanente da elite política. E aprendi rapidamente, nos últimos dias, que se você não for um membro bem aceito da elite de Washington, há pessoas na mídia que podem considerá-lo como desqualificado para um cargo apenas por isso.
Mas eis uma notícia para todos esses repórteres e comentaristas: não vou a Washington em busca de sua opinião favorável. Vou a Washington servir o povo do meu país. Os norte-americanos esperam que vamos a Washington pelas razões certas, e não apenas para fazer contato com as pessoas certas.
A política não é apenas um jogo de confronto entre partidos e de interesses conflitantes.
O motivo certo é desafiar o status quo, servir ao bem comum e legar um país melhor do aquele que recebemos. Ninguém espera que todos nós concordemos sobre tudo. Mas a expectativa é de que governemos com integridade, boa vontade, convicções claras e com o coração daqueles que almejam a servir.
Prometo aos norte-americanos que me esse espírito orientará meu comportamento como vice-presidente dos Estados Unidos. Foi essa espécie de espírito que me conduziu ao posto de governadora, quando decidi confrontar a política ao modo antigo que costumava ser feita em Juneau. Eu enfrentei os interesses especiais, os lobbies, as grandes empresas de petróleo e a rede de conexões do clubinho dos velhos políticos.
Reforma súbita e incansável jamais cai bem junto aos interesses instalados e aos intermediários políticos. É por isso que é tão difícil realizar reforma real.
Mas com o apoio dos cidadãos do Alasca, nós mudamos as coisas. E em pouco tempo colocamos o governo do nosso Estado uma vez mais a serviço do povo. Assumi o cargo prometendo uma grande reforma ética, e pôr fim à cultura da busca de vantagens pessoais. E hoje essa reforma ética é lei.
Enquanto cuidava disso, me livrei de algumas coisas no gabinete do governador que me pareciam despesas desnecessárias para o povo. O jatinho de luxo era exagero. Eu o vendi no eBay. Também dirijo meu carro para o trabalho.
E confiei em que seria possível sobreviver sem os serviços de uma cozinheira pessoal para a governadora --ainda que eu admita que meus filhos de vez em quando sintam falta dela. Cheguei ao cargo prometendo controlar os gastos --apelando ao bom senso, se possível, e usando meu poder de veto, se necessário.
O senador McCain também promete usar o poder de veto em defesa do interesse público --e, como chefe de um Executivo, posso lhes garantir que isso funciona. Nosso orçamento estadual está sob controle. Temos um superávit. E protegi os contribuintes vetando despesas perdulárias: quase US$ 500 milhões em vetos.
Suspendi o imposto estadual sobre o combustível e defendi reformas que pusessem fim aos abusos no que tange às propostas de dispêndios aprovadas pelo Congresso. Respondi ao Congresso que "obrigada, mas não", quando me ofereceram aquela Ponte para o Nada.
Se o nosso Estado quiser uma ponte, nós mesmos a construiremos. Quando os preços do petróleo e do gás natural subiram dramaticamente e os cofres do Estado ficaram abarrotados, destinei boa parte dessa receita àqueles que a merecem --o dinheiro foi restituído diretamente ao povo do Alasca.
E a despeito da feroz oposição do lobby petroleiro, que gostava das coisas como eram, nós rompemos seu monopólio sobre a energia e os recursos naturais.
Como governadora, insisto em competição e em equanimidade básicas de forma a pôr fim ao controle deles sobre o nosso Estado, devolvendo-o ao povo. Lutei para realizar o maior projeto de infra-estrutura já realizado nos Estados Unidos pelo setor privado. E quando o acordo para ele foi fechado, demos início à construção de um gasoduto de quase US$ 40 bilhões que pode ajudar a conduzir os Estados Unidos à independência energética.
O gasoduto, quando sua última seção estiver instalada e as válvulas estiverem abertas, deixará os Estados Unidos um passo mais distante da dependência quanto a perigosas potências estrangeiras que não levam nossos interesses em consideração. O que está em jogo para o nosso país não poderia ser mais grave.
Quando um furacão atinge o Golfo do México, este país não deveria depender tanto de petróleo importado que sejamos forçados a utilizar a Reserva Estratégica de Petróleo.
E as famílias não devem desperdiçar porção cada vez maior de sua renda pagando pela gasolina e pelo óleo de aquecimento.
Com a Rússia desejando controlar um oleoduto vital no Cáucaso e dividir e intimidar nossos aliados europeus ao usar a energia como arma, não podemos nos colocar à mercê de fornecedores estrangeiros.
Para confrontar a ameaça de que o Irã possa tentar cortar quase um quinto dos suprimentos mundiais de energia... ou de possíveis ataques terroristas às instalações de Abqaiq, na Arábia Saudita... ou de que a Venezuela suspenda suas vendas de petróleo... nós, nos Estados Unidos, precisamos produzir mais petróleo e gás natural. E escutem o que uma garota que conhece a North Slope do Alasca tem a dizer: há muito de ambos os recursos a explorar.
Nossos oponentes não se cansam de repetir que a prospecção não resolverá todos os problemas de energia da América --como se todos nós já não soubéssemos disso. Mas o fato de que a prospecção não seja capaz de resolver cada problema não é desculpa para a inação.
A partir de janeiro, no governo McCain-Palin, vamos construir mais oleodutos, construir mais usinas de energia limpa, criar empregos com o carvão limpo e avançar com a energia solar, eólica, geotérmica e outras fontes alternativas.
Precisamos de recursos de energia norte-americanos, trazidos a nós pela engenhosidade norte-americana e extraídos por trabalhadores norte-americanos. Eu percebi um padrão naquilo que diz o nosso oponente. Talvez vocês também tenham percebido. Todos nós ouvimos seus dramáticos discursos diante de seguidores dedicados. E há muito a admirar e de que gostar em nosso oponente.
Mas ao ouvi-lo discursar, é fácil esquecer que se trata de um homem que já escreveu dois livros de memórias e no entanto não redigiu nenhum grande projeto de lei ou reforma --nem mesmo no Senado estadual. Trata-se de um homem capaz de dedicar um discurso inteiro às guerras em que os Estados Unidos estão envolvidos e jamais usar a palavra "vitória", exceto em referência à sua própria campanha.
Mas quando a nuvem da retórica se vai, quando o rugido da multidão desaparece, quando os holofotes do estádio se apagam, e quando as colunas gregas de isopor são recolhidas a um depósito --qual é exatamente o plano de nosso oponente? O que exatamente ele deseja realizar depois que tiver dominado ás águas da enchente e salvado o planeta? A resposta é tornar o governo maior. Tirar mais de seu dinheiro. Dar a vocês mais ordens vindas de Washington. E reduzir a força dos Estados Unidos em um mundo perigoso. O país precisa de mais energia, e o nosso oponente se opõe a que ela seja produzida.
A vitória no Iraque está enfim próxima, e ele quer abandonar a luta.
Estados terroristas estão procurando armas nucleares o mais rápido possível, e ele deseja se reunir com eles sem impor precondições. Terroristas da Al Qaeda ainda planejam infligir danos catastróficos aos Estados Unidos, e ele está preocupado por eles não serem informados de seus direitos? O governo já é grande demais, e ele deseja que cresça ainda mais. O Congresso gasta demais, e ele promete mais.
Os impostos são altos demais, e ele quer aumentá-los. Os aumentos de impostos que ele propõe estão nas letrinhas miúdas de seu plano econômico, e permitam-me ser específica.
O indicado democrata à presidência apóia planos que elevarão o imposto de renda, o imposto sobre os salários, o imposto sobre a receita de investimento, o imposto sobre espólios, o imposto sobre as empresas e carga tributária com que o povo norte-americano arca, e em centenas de bilhões de dólares. Minha irmã Heather e seu marido construíram um posto de gasolina que acaba de ser inaugurado --como milhões de outras pessoas que operam pequenas empresas.
Como é que eles vão melhorar de vida se os impostos subirem? O mesmo pode ser dito sobre os esforços para manter empregos em uma fábrica em Michigan ou Ohio, ou para criar empregos no setor de carvão limpo na Pensilvânia ou Virgínia Ocidental, ou para manter uma pequena fazenda familiar bem aqui em Minnesota.
Como é que vocês poderão melhorar de vida se o nosso oponente acrescentar uma imensa carga tributária à economia norte-americana? Eis o que penso sobre a escolha que os norte-americanos terão de enfrentar nessa eleição. Na política, existem alguns candidatos que usam a mudança para promover suas carreiras.
E há aqueles que, como John McCain, usam suas carreiras para promover a mudança.
São esses que colocam seus nomes em leis e reformas históricas, e não apenas em faixas e cartazes de campanha ou selos presidenciais que eles mesmos criaram. Entre os políticos, existe o idealismo dos discursos retóricos, nos quais as multidões são convincentemente convidadas a apoiar grandes coisas.
E há o idealismo de líderes como John McCain, que efetivamente realizam grandes coisas. São eles que fazem mais do que falam. É com eles que sempre pudemos contar para servir e defender a América. O histórico de realizações e reformas reais do senador McCain ajuda a explicar porque tantos grupos de interesses especiais, lobistas e presidentes de comitês que se sentem confortáveis em seus postos no Congresso combatem a perspectiva de vê-lo na presidência das primárias de 2000 até hoje.
Nosso indicado não acompanha o rebanho em Washington.
Ele é um homem que está aqui para servir o país, e não apenas ao seu partido. Um líder que não está procurando briga, mas não tem medo de enfrentá-la. Harry Reid, o líder da maioria no Senado inepto que hoje temos, não muito tempo atrás resumiu seus sentimentos sobre o nosso indicado.
Ele disse: "Não suporto John McCain". Senhoras e senhores, talvez nenhum dos elogios que ouvimos esta semana seja melhor prova de que escolhemos o homem certo. É evidente que aquilo que o líder da maioria queria dizer é que ele não consegue suportar a competência de John McCain. E essa é apenas mais uma razão para que tiremos esse líder conhecido pela independência do Senado e o conduzamos à Casa Branca. Meus concidadãos, a presidência dos Estados Unidos não deveria ser "uma jornada de descoberta pessoal". Esse mundo de perigos e ameaças não é apenas uma comunidade, e não precisa apenas de um organizador.
E ainda que os senadores Obama e Biden tenham repetido muitas vezes nas semanas recentes que eles sempre "lutarão por vocês", vamos ser honestos sobre o assunto.
Nesta eleição, existe apenas um homem que realmente lutou por vocês, em lugares onde a vitória significava sobrevivência e a derrota morte, e estou falando de John McCain. Em nossa era, os políticos se dispuseram a revelar histórias de adversidade muito menos severas do que o pesadelo que este homem, e outros homens corajosos como ele, enfrentaram a serviço de nosso país.
A distância entre o medo, a dor e a miséria de uma cela de dois por um metro em Hanói à Casa Branca é muito grande. Mas, caso o senador John McCain seja eleito presidente, é esta a jornada que ele terá percorrido. É a jornada de um homem probo e honrado --a espécie de sujeito cujo nome encontramos nos memoriais de guerra das pequenas cidades deste país. A exceção é que ele conseguiu voltar para casa.
No mais poderoso posto do planeta, ele exerceria a compaixão surgida do fato de que um dia esteve indefeso, a sabedoria que surge até mesmo entre os cativos pela graça de Deus, a confiança especial daqueles que viram o mal e perceberam que é possível derrotá-lo. Um de seus colegas como prisioneiro de guerra, Tom Moe, de Lancaster, Ohio, lembra de observar por uma fresta na porta de sua cela os guardas que conduziam o tenente-comandante John McCain pelo corredor da prisão, dia após dia.
Da maneira como a história é relatada, "quando McCain voltava das sessões de tortura e interrogatório, ele voltava o rosto para a porta da cela de Moe e sorria, erguendo o polegar", como se estivesse dizendo "vamos sobreviver a isso". Meus concidadãos,, é esse o tipo de homem de que o país precisa para nos comandar nos próximos quatro anos.
Um orador inspirado pode inspirar o país por uma temporada com suas palavras.
Mas John McCain nos inspirou a vida toda com seus atos.
Se o caráter é a medida a ser empregada nessa eleição, se a esperança é o tema e a mudança o objetivo que compartilhamos, peço que se unam à nossa causa. Unam-se à nossa causa e ajudem os Estados Unidos a eleger um grande homem como seu próximo presidente.
Obrigado a todos, e que Deus abençoe os Estados Unidos.
Tradução de Paulo Migliacci
Full video in
http://www.huffingtonpost.com/2008/09/03/sarah-palin-rnc-conventio_n_123703.html
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Os sem-terrinhas
http://tvxuxa.globo.com/Tvxuxa/pordentrodoassunto/0,,AA1646878-8495,00.html
Por que a Xuxa não matricula a Sacha na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST? É a Rede Globo "imperialista e neoliberal", contribuindo para que seu filho se torne desde cedo um militontinho.
"Sem-terrinha em ação, pra fazer a revolução!"
Plenarinho.gov - Doutrinação comunista oficial

Isso é muito sério. Somando-se a outros casos recorrentes a décadas, temos um panorama da lavagem cerebral em massa, a evidência de uma hipnose coletiva levada a cabo meticulosamente pela revolução cultural no Brasil.
Há um site http://www.plenarinho.gov.br/ que na verdade é mais que um site, é um programa completo de doutrinação voltado às crianças de maneira maquiavélica. Vejamos os casos mais graves, fique o leitor à vontade para conferir em detalhes por conta própria.
Plenarinho - O jeito criança de ser cidadão
A primeira coisa que assusta é a terminação .GOV e assustará ainda mais quando nos aprofundarmos nesse esgoto fedorento vinculado à Câmara dos Deputados http://www2.camara.gov.br/
Os links:
- Diga para nós: O Brasil se saiu bem nas olimpíadas?
- Brasil: Uma potência olímpica
Dois links ufanistas e tendenciosos.
- Plenarinho para professores
http://www.plenarinho.gov.br/plenarinho/educacao/plenarinho-para-professores
Onde são especificadas todas as orientações aos professores a respeito do programa de "ensino" (doutrinação) à distância, apto a alcançar os mais isolados recônditos tupiniquins.
- Câmara mirim
http://www.plenarinho.gov.br/camaramirim
Vejam como eles mostram um "Exemplo de Projeto de Lei". É de chorar:
""PROJETO DE LEI Nº 0001, DE 2008.
(Do Sr. Zé Plenarinho)
Dispõe sobre o uso de apelidos em sala de aula.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Os alunos do ensino fundamental das escolas públicas e privadas do Brasil não poderão chamar os colegas por apelidos.
Art. 2º Os alunos deverão chamar os colegas pelo primeiro nome próprio.
Parágrafo único – Se algum aluno preferir o apelido ao próprio nome, deverá encaminhar à secretaria da escola um documento, escrito e assinado por ele mesmo, declarando o apelido de sua preferência. Se isso acontecer, os colegas poderão chamá-lo pelo apelido.
Art. 3º O aluno que desobedecer a esta lei terá de desculpar-se com o aluno apelidado em sala de aula e ficará responsável por trazer o lanche para toda a turma e para a professora durante uma semana.
§ 1º A turma poderá indicar seus alimentos preferidos para compor o lanche a ser fornecido pelo colega. § 2º Cada aluno ficará responsável por trazer sua própria bebida durante a semana em que o lanche for fornecido pelo colega.
Art. 4º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICAÇÃO
A utilização de apelidos no ambiente escolar, contra a vontade da pessoa, pode causar danos psicológicos e morais à criança. A preocupação atinge pais, professores, psicólogos e comunidade educativa. Muitas crianças são vítimas de apelidos que não lhes agradam. É comum apelidar a criança gordinha de “Bolão”, a magrinha de “Palito”, a alta de “Varapau”, a que usa óculos de “Quatro-olhos”. Nas escolas, onde convivem tantas crianças e adolescentes, os apelidos costumam ofender imensamente os alunos mais sensíveis. Há vários casos de alunos que não conseguem suportar a situação e enfrentam até problemas de saúde, como a depressão. Alguns chegam a faltar às aulas e, em último caso, abandonam a escola onde estudam para não mais encontrarem os colegas. Mais grave ainda: a mídia tem mostrado vários casos de crianças e adolescentes que se envolveram com drogas ou se tornaram violentos porque sofreram seguidas humilhações dos colegas de escola. Por isso, é necessário que esta lei seja aprovada com urgência. Sala das Sessões, em 23 de outubro de 2008.
Deputado Zé Plenarinho ""
Plenarinho.gov - Formando comunistinhas, tiraninhos e coletivistinhas
Dado o "exemplo" de projeto de lei, que explica para as crianças que a função dos deputados é criar proibições arbitrárias, atropelando as liberdades individuais em prol de um suposto "bem comum", vejam alguns exemplos de projetos de lei enviados pelas crianças. (Seus nomes foram suprimidos).
http://www.plenarinho.gov.br/camaramirim
Consumo máximo de água potável
Dispõe sobre meio ambiente.
O Congresso Nacional decreta:
Legalização das drogas
Dispõe sobre legalização das drogas.
O Congresso Nacional decreta:
Artigo 1º Pela situação em que o Brasil se encontra, onde o tráfico comanda a vida de muitas pessoas, a solução seria legalizar as drogas, para que nenhum inocente morra nos confrontos entre policiais e traficantes.
Venda de armas
Dispõe sobre vendas de armas e munições.
O Congresso Nacional decreta:
Artigo 1º A venda de armas e munições no Brasil só será autorizada para autoridades federais como a Polícia Federal, a Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal entre outras autoridades.
Empregos para sempre
Dispõe sobre trabalho.
O Congresso Nacional decreta:
Artigo 1º Todo jovem a partir de 16 anos tem o direito de uma vaga de estagiário como qualquer outra pessoa, podendo trabalhar somente meio horário por dia, recebendo um salário mínimo.
O governo deve ter uma TV pública?
Você acha que existe racismo no Brasil?
Você acha que o Pan do Brasil é bom para o nosso País?
Você acha que a Câmara dos Deputados é importante para o nosso País?
Você gosta do cinema nacional?
O que você acha dos impostos?
"Constituição Cidadã" é:
- América do Sul unida!
http://www.plenarinho.gov.br/deputado/Reportagens_publicadas/america-do-sul-unida
Assustador. Começa falando sobre o Mercosul a então explica o que é um parlamento. Nesse nível debilóide:
"Plenamigo, você sabe o que há em comum entre Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela? Acertou quem pensou na política."
Então explica as funções de um parlamento:
"Os deputados e senadores do Mercosul também devem zelar pela democracia nos países membros. Como? A Turma do Plenarinho dá um exemplo bem recente. Há alguns dias, o deputador Dr. Rosinha esteve na Bolívia e visitou dez cidades para observar o referendo que decidiu sobre a permanência do presidente Evo Morales. O brasileiro garante que não viu nada de errado em todo o processo! E Evo continuou no poder. "
A PARTIR DE AGORA AS COISAS FICAM MAIS GRAVES!!!
- O que é capitalismo?
http://www.plenarinho.gov.br/noticias/reportagem-especial/capitalismo-um-sistema-racional
Por favor, LEIAM esta historinha que eles contam:
"Era uma vez um sapateiro que produzia somente um sapato para cada morador da vila. Assim, cada um tinha o seu calçado. Porém, em algum momento, o tal sapateiro percebeu que se produzisse mais, as pessoas consumiriam mais.
Para produzir mais, ele precisou de alguém para lhe ajudar. Então, pagava um certo tanto para essa pessoa e ensinava a técnica de produção. Porém, ele percebeu que ao ensinar a técnica toda de produção, acabava criando um concorrente. A solução foi dividir a produção de sapatos em etapas. Assim, alguém produzia a sola, outro o cadarço e assim por diante. Não haveria concorrência e os salários seriam menores
Aos poucos, esse sapateiro se tornou um comerciante com muito dinheiro, mas sem o poder político. Afinal, naquela época, a classe dominante era a nobreza - pessoas consideradas melhores que as outras por conta da família em que nasciam. Os comerciantes endinheirados não se conformaram com essa situação e tomaram o poder".
E, para concluir:
"O filósofo Karl Marx, o criador do comunismo, foi o mais duro crítico do capitalismo. Ele defendia que toda a produção deveria ser feita por e para todos. Ele não gostava nada da idéia de a classe burguesa, por ser dona das fábricas e equipamentos, ter o direito de explorar os trabalhadores, pagando pouco dinheiro a eles."
- Parlamento chinês
http://www.plenarinho.gov.br/noticias/reportagem-especial/china-o-maior-parlamento-do-mundo
"Na China há um partido que governa absoluto. É o Partido Comunista da China, o PCC. Todos os representantes da Assembléia Nacional são membros do PCC. Ele é considerado o maior partido do mundo, com 60 milhões de filiados. Os chineses denominam esse sistema de centralismo democrático. Centralismo porque está tudo nas mãos de um só partido, e democrático porque há direito a voto.
Mas só existe um partido na China? Não, plenamigo, na verdade existem oito. Mas todos apóiam o PCC."(...)
"Foi o caso do Tibete. Os chineses ocuparam o território tibetano e começaram um processo de acabar com o povo original do Tibete. Vários chineses da etnia Han, a maior do país, se mudaram para região e tentam dominar tudo."
- Segurança na internet
Parece inofensivo, mas vejam as recomendações:
"Mas como podemos saber se aquele site ou que um e-mail de um amigo seu está pedindo para você visitar é um site confiável, ou está sendo usado para colocar um vírus no seu computador?É muito difícil saber isso. Portanto, na dúvida, só devemos visitar sites que nós confiamos, como o site do Plenarinho, da Câmara dos Deputados, da nossa escola, e os sites mais conhecidos."
- ECA em tirinhas para crianças

- Continue a história
A historinha chama-se "O menino que torrava dinheiro".
- Parabéns, Dona Constituição!
Uma bizarrice assustadora que só vendo mesmo:
http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/plen/swf/destaque_animado/Constituicao/constituicao.swf
E, para finalizar esta análise superficial do atentado à Humanidade que presenciamos, a definição de comunismo:
http://www.plenarinho.gov.br/noticias/reportagem-especial/comunismo-pelo-mundo
"Já pensou em viver num país onde todos tenham tudo de forma igual? Esse é o objetivo do comunismo, um sistema de organização política e econômica que surgiu como oposição ao capitalismo.(...)
No comunismo, o objetivo não é o lucro, e sim o bem-estar geral.(...)
O comunismo acredita que nenhum homem deve servir a outro homem. Por isso, eles pregam o fim do estado. A sociedade funcionaria baseada na solidariedade e na igualdade, sem divisão entre ricos ou pobres. As pessoas seriam mais conscientes e não precisariam de alguém para dizer o que fazer.
Para chegar a essa condição, o comunismo deve passar primeiro por um estágio chamado socialismo, em que existe uma ditadura que irá organizar a distribuição dos bens, deixando todos nas mesmas condições. Depois, a ditadura deve se desfazer e, como vimos, a sociedade funcionaria sozinha. (...)
A adaptação nem sempre é simples. Em alguns casos, como o de Cuba e da Coréia do Norte, há um embargo dos Estados Unidos, (...) Isso dificulta o acesso da população às novas tecnologias e a alguns bens.
(...)
Existem por aqui cinco partidos que se baseiam nas idéias comunistas: o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Comunista do Brasil (PcdoB), o Partido Popular Socialista (PPS), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Encontramos ainda os seguintes links que não lemos por pura falta de estômago:
- Entrevista com o deputado Aldo Rebelo,
- China, o país do filho único!
- Crianças quilombolas querem garantir os direitos
- Ariano Suassuna: o grande defensor da cultura nacional
- Crianças participam de chat sobre a maioridade penal
- Consciência negra a toda hora, em todo lugar
- Comida dietética em restaurantes pode ser obrigatória
- Quais são os perigos do aquecimento do planeta?
Se a população ordeira brasileira, se as pessoas que ainda cultivam um mínimo senso moral e ético não se manifestarem depois dessa, é sinal que já estamos dominados.
Hoje é o momento que tomaram de nós nossa dignidade, gritamos por socorro, e já ninguém mais pode nos ouvir.
Bem-vindos a 1917.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Da importância da guerra cultural

liberdade é escravidão
ignorância é força"
(1984, George Orwell)
Há quase meio século os comunistas trocaram a luta armada pela execução a longo prazo dos ditames do estrategista italiano Antonio Gramsci, que postulava a inserção nos meios culturais para destruir a sociedade burguesa e seus valores morais a partir de dentro e, a partir daí, implantar a revolução comunista.
Hoje colhemos os frutos dessa empreitada, não apenas no Brasil como em todo continente. Até chegarmos ao ponto de sermos constrangidos com a mera expressão da palavra "comunista".
O consenso esquerdista encontra-se seguro e semeando novos frutos nas escolas em todos os níveis e estruturas de ensino, no meio acadêmico, na grande mídia, na imprensa, nas artes, nas mais diversas igrejas e religiões, na miríade de ONGs, e principalmente, na mentalidade da população.
O que dizer então da realidade político-partidária brasileira, onde de fato não há sequer um partido que professe o âmbito à direita do espectro ideológico. Onde a autodenominada oposição se dá apenas por conveniência partidária, nunca por divergências ideológicas.
Palavras como capitalismo, comunismo, lucro, mérito, justiça, paz, trabalho, entre muitas outras, corromperam-se no duplipensar esquerdista. Algumas tornaram-se impronunciáveis, outras adquiriram uma aura de santidade que sua mera menção já absolve quem quer que as pronuncie.
Caso gravíssimo é o das definições ideológicas, i.e. capitalismo, comunismo e demais. Quem nunca ouviu algo como "Eu não sou comunista, sou socialista"? Alguém já leu algum livro didático que não rotule o capitalismo como algo tenebroso? E comunismo como algo justo? Ou mesmo a falácia no louvor à "igualdade"?
Quarenta anos de doutrinação gramsciana dá nisso. Ser empresário agora é depreciativo, ser rico então, nem se fala. É a apologia à pobreza, à ignorância, ao coitadismo. E dá-lhe cotas, assistencialismo, impostos, impunidade, leis e mais leis.
A maioria da população brasileira, apesar de sua orientação conservadora, está preocupada em trabalhar e não realiza militância política efetiva. Quem é realmente militante são estudantes, políticos, acadêmicos, jornalistas, padres, freis, sindicalistas. É quem não trabalha, é quem mama nas tetas do estado ou simplesmente é ingênuo ou doutrinado, como já foi este que vos escreve. E como resistir aos apelos do igualitarismo, à termos como "justiça social", ao apelo politicamente correto, à chantagem racista?
Por isso é dever de todos que conseguiram sair da Matrix coletivista ajudar outros a escaparem da lavagem cerebral que vem sendo executada meticulosamente há décadas. Essa lavagem cerebral não pode ser bem-sucedida. E como fazê-lo?
Há uma única maneira: desmascarando as falácias e mentiras esquerdistas.
Isso pode ser feito de maneira didática, começando dos princípios básicos para enfim educar moral e economicamente. Esse é o jeito mais completo e difícil. E não se trata de educar apenas os não-educados e sim os letrados não-militantes, as pessoas que, sem querer, compreendem termos como "lucro" ou "moral" negativamente.
Mas esta é a estratégia a longo prazo. E é aí que percebemos a importância de iniciativas como as redes Opinião Popular, Comunistas Caricatos e Mídia Independente do Socialismo Caviar, esta última já extinta.
A idéia desses empreendimentos é ridicularizar, expor as contradições e desmoralizar o pensamento coletivista através do humor ácido e politicamente incorreto. É um meio eficaz contra aquele comunista de boutique, contra a esquerda chique, contra os chicos buarques e niemeyers da vida.
Temos que deixar claro que Hitler era socialista, que o comunismo matou milhões, que as fronteiras dos EUA têm que ser fechadas para que não entrem ilegais e não para impedir que cidadãos fujam, como era em Berlim. Temos que destruir o mito guevarista.
Temos que expor os barbudinhos ignorantes, as meninas perdidas que não depilam o sovaco, temos que rir da cara dos tontos e idiotas (in)úteis que pregam o comunismo mas usufruem de todos os benefícios e liberdades capitalistas numa democracia.
Façamos com que os significados de termos como "direitos", "responsabilidade", "liberdade" ou "indivíduo" retomem seu sentido original. E ainda com a vantagem de que não precisaremos para isso deturpar nada, apenas revelar a verdade e ridicularizar e desmoralizar os estatólatras.
Qual o argumento contra 100 milhões de mortos?
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Perversidade e apelação em propaganda petista

Conclusão:A porcaria é uma apelação criminosa, onde a infame Marta usa a imagem de Nossa Senhora para tirar proveitos políticos. Essa vagabunda tinha que ser presa. Revoltante, nojento e herege.
Se você crê em Nossa Senhora Mãe de Cristo, é seu dever não votar em Marta Suplicy, comunista, atéia e perversa.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
A verdade na mentira

sábado, 16 de agosto de 2008
Poética política
