sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Urnas eletrônicas e o processo revolucionário



Poucas coisas são tão graves quanto a farsa eleitoral promovida pelas esquerdas no país.

Enquanto casos escabrosos vêm à tona diariamente, a popularidade de Lula vai às alturas. Enquanto o país atravessa uma onda de corrupção, doutrinação comunista, ameaças à soberania nacional, ligações do partido dominante com as FARC, com Chávez, via Foro de São Paulo, as pesquisas oficiais mostram exatamente o contrário: o país vai de vento em popa, a criminalidade está razoável, o sistema judiciário nunca foi tão justo, rápido e eficiente, a educação está uma maravilha, somos sempre os primeiros, criamos patentes e tecnologia de ponta diariamente, enfim, Lula está blindado por uma aprovação unânime no mínimo suspeita.

E, para completar, temos a melhor democracia do mundo!

(Estou sendo irônico, caso não tenha notado)

Pois é, temos as urnas eletrônicas! Que beleza, os Estados Unidos e sua democracia chinfrim têm muito o que aprender com a gente! Viva o Brasil! Vota Brasil!

Agora eu vou vomitar e já volto.

É assustador o nível que a lavagem cerebral chegou aos incautos brasileirinhos, felizes, cordiais (menos com os americanos, claro), dançando funk no morro sem parar.

Apresento então um apanhado referente à questão do uso de urnas eletrônicas. São análises técnicas realizadas com seriedade, know-how e apuro por especialistas em informática, juristas, empresários (ops, palavra proibida no Brasil!) e outros.

Não são opiniões do Fulano da esquina - são análises de especialistas gabaritados para tanto.

De modo a não ser parcial demais, procurei opiniões favoráveis à urna eletrônica. Pouca coisa encontrei, confesso. E o que encontre foi, digamos, risível, patético; confiram as explicações oficiais do TSE.

Portanto, caso o leitor conheça outras opiniões à respeito da segurança do voto eletrônico, por favor, envie para este missivista, ávido por encontrar uma comprovação confiável sobra a tão alardeada segurança da urna eletrônica, para que possa haver uma leve esperança de que nossos votos não estão sendo corrompidos pela quadrilha esquerdista.

Aí vai, leiam e ajudem a divulgar: (os mais importantes ou relevantes, na minha opinião, foram marcados com "!!!!")






Urnas eletrônicas
(...)
Entretanto experts em informática ainda insistem que ela é veículo fácil de fraudes de difícil descoberta. Em 5 de outubro de 2006 o grupo neerlandês Wij vertrouwen stemcomputers niet (em português, literalmente: "Nós não acreditamos em urnas eletrônicas") e a associação alemã de hackers Chaos Computer Club demonstraram na televisão neerlandesa a manipulação de urnas eletrônicas do tipo ES3B da empresa Nedap, usadas em 90% das eleições nos Países Baixos além de serem empregadas na Alemanha, França e Estados Unidos. Em consequência dos resultados do relatório de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, o Governo dos Países Baixos decidiu no final de setembro de 2007 não prolongar o licenciamento de urnas eletrônicas da empresa Nerap para fins eleitorais.
(...)
Até 2006, trinta estados dos Estados Unidos, três estados do México e algumas províncias do Canadá criaram leis que exige o voto impresso conferido pelo eleitor em urnas eletrônicas e não permitem que a identificação biométrica do eleitor seja feita na própria máquina de votar.
Em 2007, o uso de urnas eletrônicas sem comprovantes impressos do voto foi proibido na Holanda e recebeu parecer contrário no Reino Unido.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Urna_eletrônica_brasileira


A SEGURANÇA DO VOTO NA URNA ELETRÔNICA BRASILEIRA (!!!!)
Artigo apresentado no Instituto Tecnológico da Aeronáutica ITA-CTA em setembro de 1999, durante o Simpósio sobre Segurança em Informática - SSI'99
Eng. Amílcar Brunazo Filho
RESUMO
O Brasil informatizou o voto em todas as etapas de uma eleição mas isto não indica que estamos na linha de frente no domínio desta tecnologia e sim que ultrapassamos esta linha de forma imprudente e precipitada. Neste artigo é feita uma análise da segurança do voto na urna eletrônica brasileira para demonstrar que esta não garante o direito do eleitor ao voto secreto e à apuração honesta. É uma questão tanto técnica quanto jurídica. Conclui-se que a implantação do voto eletrônico necessita de melhor debate no Brasil, como tem ocorrido no resto do mundo, e propõe-se que este assunto seja melhor discutido pela universidade brasileira.
http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/SSI99.htm





URNAS ELETRÔNICAS, A FRAUDE ANUNCIADA (!!!!)
Osvaldo Maneschy, Jornalista, Rio de Janeiro, 8 de junho de 2001

Este é o artigo citado pelo Ex-presidente e Senador José Sarney em seu discurso no Senado em 20/03/2002 quando denunciou a interferência da ABIN no processo eleitoral e sugeriu a fiscalização das eleições por observadores internacionais
http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/maneschy2.htm

A fraude da urna eletrônica
Paulo Gustavo Sampaio Andrade
advogado em Teresina (PI), especialista em Direito Constitucional pela Escola Superior de Advocacia do Piauí
http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=1549


Fraude na Urna Eletrônica - Parte 01 (!!!!)
http://br.youtube.com/watch?v=dO5o6fObHYQ
Fraude na Urna Eletrônica - Parte 02 (!!!!)
http://br.youtube.com/watch?v=dmVxrP3Pjiw&feature=related
Vídeo apresentado na TV paraguaia em junho de 2006 que apresenta um teste de penetração que foi desenvolvido sobre uma urna eletrônica brasileira.

Urna eletrônica é encontrada abandonada na Zona Leste de SP
Polícia ainda não sabe se o objeto seria usado nas eleições deste ano.


Urna eletrônica: você confia?

Voto seguro (!!!!)




Urna eletrônica é confiável? (!!!!)
por Ilton C. Dellandréa
Desembargador e Juiz Eleitoral, aposentado, do Rio Grande do Sul
http://voto-e.blogspot.com/2006/08/urna-eletrnica-confivel.html


Página do voto.e (!!!!)


Livro FRAUDES e DEFESAS no Voto Eletrônico (!!!!)
de Amilcar Brunazo Filho e Maria Aparecida Cortiz






Fraudes nas urnas eletrônicas (versão sem cortes) (!!!!) (!!!!)





Denúncia de Fraude nas urnas nas Eleições 2006
Para fornecedor de software da urna eletrônica, equipamento é "absolutamente inseguro" (!!!!) (!!!!)

Frederico Gregorio, da MICROBASE: …"Queremos aproveitar a oportunidade para dar nossa opinião, enquanto técnicos que participaram como empresa sub-contratada dos projetos de 1996, 1998 e 2000, a respeito da tão discutida segurança das Urnas Eletrônicas Brasileiras. As mesmas são, sob nossa opinião, absolutamente inseguras. Explicamos: independentemente de outros fatores que também comprometam a segurança, a possibilidade de BOOT pela unidade de disco externa é um procedimento absolutamente inadmissível, do ponto de vista de segurança, sendo a maior porta de entrada de contaminações de todos os tipos não importando o Sistema Operacional em uso. Aliás, o uso do Linux aumenta exponencialmente a possibilidade de criação de mecanismos de contaminação via boot do drive externo, uma vez que, sendo um sistema de código fonte aberto, conta com um número enorme de excelentes profissionais que conhecem profundamente o seu funcionamento desde a carga do setor de boot inicial até a sua plena entrada em funcionamento.
Por fim, não podemos deixar de observar que as respostas do Exmo. Sr. Secretário à entrevista concedida a este blog são, no mínimo questionáveis, para não dizermos risíveis e não merecem maiores comentários de quem realmente conhece todo o contexto das eleições eletrônicas do Brasil."

O blog entrou em contato com a MICROBASE para se certificar da autenticidade do comentário e falou, em pessoa, com frederico gregorio, de quem tivemos a autorização para reproduzir, nos termos e contexto acima, parte de sua intervenção.
mais:
(comentários entre colchetes)




Campanha do TSE - Voto Secreto

[Uma atriz grávida "explica":]
"O Brasil tem o sistema de votação mais moderno do mundo. Poucas horas após o fim do horário de votação os eleitos já são conhecidos. Mas além de ser moderno e rápido, ele também é secreto e seguro. Ou seja, não há fraude nem há como alguém descobrir em quem você votou. Essa é a prova de que você pode votar tranqüilo, com a certeza de que o seu voto vai ajudar a definir o futuro de quem já mora na sua cidade ou de quem um dia vai morar [olhando para a própria barriga]."

[Mas... CADÊ a tal "prova"??? Fica a pergunta...]



Fraude nas urnas é coisa de perdedor

[Dá até vergonha de comentar um troço desse, uma lambeção de saco, rasgação de seda. É a imprensa oficial].



Argumentação "completa" oficial

[Esse é o mais chocante - o TSE está gritando em alto e bom som: SEUS IDIOTAS!]






quinta-feira, 11 de setembro de 2008

In Memoriam - 09/11 (Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes)

Algumas vítimas dos atentados islamofascistas de 11 de setembro.


Hoje este blog está em luto.




Pelas milhares de almas covardemente assassinadas. Pela morte da Liberdade. Pelo nascimento de um novo tipo de covardia, semelhante aos Gulags soviéticos, aos campos de concentração nacional-socialistas, ao paredón cubano, às execuções sumárias chinesas.

A única diferença é que, desta vez, os genocidas se esconderam, abrigando-se na própria liberdade que pretendem covardemente destruir para, em seu lugar, impor à força um regime ditatorial islâmico e coletivista.

Lembro que eu estava no estágio, trabalhando, quando percebi um alvoroço e pude ver o segundo avião se chocando contra o WTC. Já não havia mais dúvidas: não era um acidente. Sem conseguir ir para a faculdade, fui para casa e passei o resto do dia assustado, com uma empolgação nervosa, um frenesi por acompanhar um "turning point" da História, uma tristeza profunda.

Quase tão deprimente quanto foi o dia seguinte, na faculdade, onde muitos professores e alunos comemoravam o ocorrido! Um professor trotskista, extremamente conceituado em seu meio, chegou a falar que deveria ter um "aviãozão do tamanho dos EUA que arrasasse o país todo"!

Analisando hoje, me parece que aquele foi também um turning point na minha vida, a gota d'água, um grande balde de água fria jogado sobre o calor artificial das mentiras socialistas.

Percebi, de maneira amarga, que a vida humana e a compaixão pouco ou nada importam para pessoas doentias, que colocam sua ideologia genocida acima de tudo, fomentando uma cultura de ódio. Percebi ainda que esse tipo de mentalidade é comum em lugares atrasados como o Brasil ou a América Latrina.

Por isso não me surpreendeu encontrar no orkut uma comunidade chamada "Feliz 11 de Setembro" (v. imagem) nem verificar, após uma breve pesquisa que, nesse site dominado pelos macacos tupiniquins, a maioria das comunidades referentes ao 11 de setembro são favoráveis ao atentado ou satíricas.


A mentalidade doentia do brasileiro chegou aos limites do grotesco, do desumano.

Deixo registrado aqui meu repúdio ao anti-americanismo, ao comunismo, ao socialismo, ao nazismo (nacional-socialismo), ao fascismo, ao islamofascismo, ao coletivismo, à Nova Ordem Mundial (WNO), à ONU, ao PT (representando toda miríade esquerdista brasileira), aos bolivarianos, aos criminosos, aos Direitos dos Manos (Direitos Humanos), às FARC, aos PCCs (todos eles, tanto o primeiro comando da capital quanto o partido comunista chinês ou cubano) e a todos os apoiadores de genocidas que desejam nos colocar de joelhos perante um estado onipresente.

Registro também meu respeito por aqueles que trabalham, estudam, educam seus filhos baseados na compaixão, no amor e na honestidade.

Enquanto as trevas coletivistas, socialistas ou islamistas estiverem a caminho da lata de lixo da História, a sociedade americana e a cultura judaico-cristã permanecerá por séculos e séculos, gloriosa.







The Star-Spangled Banner

Oh, say, can you see, by the dawn's early light
What so proudly we hailed at the twilight's lasted gleaming?
Whose broad stripes and bright stars, through the perilous fight,
O 'er the ramparts we watched, were so gallantly streaming.
And the rockets` red glare, the bombs bursting in air,
Gave proof through the night that our flag was still there.
Oh, say, does that star-spangled banner yet wave
O'er the land of the free and the home of the brave?

II
On the shore dimly seen, through the mists of the deep,
Where the foe's haughty host in dread silence reposes,
What is that which the breeze, o'er the towering steep,
As it fitfully blows, half conceals, half discloses?
Now it catches the gleam of the morning's first beam,
In fully glory reflected, now shines on the stream:
'Tis the star-spangled banner: oh, long may it wave
O'er the land of the free and the home of the brave.

III
And where is that band who so vauntingly swore
That the havoc of war and the battle's confusion
A home and a country should leave us no more?
Their blood has vanished out their foul footstep's pollution.
No refuge could save the hireling and slave
From the terror of flight, or the gloom of the grave:
And the star-spangled banner in triumph doth wave
O'er the land of the free and the home of the brave!

IV
Oh, thus be it ever when freemen shall stand.
Between their loved home and the war's desolation!
Blest with victory and peace, may the heaven-rescued land
Praise the Power that has made and preserved us a nation.
Then conquer we must, when our cause it is just.
And this be our motto: "In God is our trust".
And the star-spangled banner in triumph shall wave
O'er the land of the free and the home of the brave.


Pledge of allegiance
“I pledge allegiance to the flag of the United States of America and to the Republic for which it stands, one Nation under God, indivisible, with liberty and justice for all.”




A Bandeira Estrelada

I
Ó, diga, você consegue ver, na primeira luz do amanhecer
O que saudamos, tão orgulhosamente, no último brilho do crepusculo?
Cujas amplas faixas e brilhantes estrelas, durante a luta perigosa,
Sobre os baluartes assistimos, ondulando tão imponentemente?
E o clarão vermelho dos foguetes, as bombas estourando no ar,
Deu-nos prova, durante a noite, que nossa bandeira ainda estava lá.
Ó, diga, a bandeira estrelada ainda tremulaSobre a terra dos livres e o lar dos valentes?

II
Na costa, vista com dificuldade pelas névoas do oceano profundo,
Onde as orgulhosas hostes do inimigo em silêncio temoroso repousam,
O que é que a brisa, sobre o altíssimo precipício,
Enquanto sopra irregularmente, ora esconde, ora expõe?
Eis que ela reflete o brilho do primeiro raio de luz da manhã,
Em toda a sua glória refletida brilha sobre o rio:
É a bandeira estrelada! Ó, que por muito tempo ela tremule
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes.

III
E onde está aquela tropa que jurou tão solenemente
Que a destruição da guerra e a confusão da batalha
De um lar e de um país nos privariam?
O seu sangue limpou a infecta poluição de seus passos.
Nenhum refúgio poderia salvar o mercenário e o escravo
Do terror da fuga, ou da escuridão do sepulcro:
E a bandeira estrelada em triunfo ainda tremula
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes!

IV
Ó, assim seja sempre, quando os homens livres se colocarem
Entre seu amado lar e a desolação da guerra!
Abençoada com vitória e paz, que a terra resgatada pelos céus
Louve o Poder que nos fez e preservou como nação.
Então prevalecer devemos, quando nossa causa for justa,
E este seja nosso lema: "Em Deus está nossa confiança ".
E a bandeira estrelada em triunfo tremulará
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes!


Promessa de fidelidade
"Eu prometo fidelidade à bandeira dos Estados Unidos da América e à República para a qual se apresenta, uma nação sob Deus, indivisível, com liberdade e justiça para todos."











quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Comunistas comem lixo



Vejam só que divertido! Agora, para protestar contra o capitalismo, virou moda comer lixo!
HAHAHAHA

EU APÓIO!

Vamos fazer o seguinte: se você é contra o capitalismo, jogue fora seu PC, socialize primeiro o SEU dinheiro (antes de querer socializar o que é dos outros) e coma lixo, coma muito lixo.

Dê o exemplo e seja coerente!


"O líder, Adam Weissmann, discursa com entusiasmo contra o consumismo americano, na verdade, contra o capitalismo em geral. Ele diz que prazos de validade são uma invenção da indústria para lucrar mais e ferir o meio-ambiente."

Imagina conhecendo a pessoa:
- E aí, o que você faz?
- Eu sou freegan!
- O que é isso?
- Ah, a gente come lixo! Você tinha que conhecer a minha turma!
- Não, obrigado. Estão me chamando, tchau!
Ou eles na Sessão da Tarde:
"Uma galerinha muito louca que come lixo adoidado curtindo altas azarações nas noites de Manhattan!"
hahaha pelo menos a gente se diverte...

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Muammar Khadafi diz que Obama é muçulmano


"Estão tendo eleições nos EUA agora.Há um candidato negro de origem queniana, um muçulmano, que estudou numa escola islâmica na Indonésia.

Seu nome é Obama.Todo o povo no mundo árabe e islâmico aplaudiu este homem.

Eles lhe agradeceram e rezaram para que tivesse sucesso, e se envolveram em contribuições legítimas de campanha, para fazer com que ele chegasse à presidência americana.

Mas ficamos surpresos quando nosso irmão queniano (que é um cidadão americano), fez declarações que chocaram todos os seus apoiadores no mundo árabe, na África, e no mundo islâmico.

Esperamos que seja apenas uma eleição de "liqüidação", como dizem no Egito. Em outras palavras, mentiras eleitorais.

Como vocês sabem, esta é a farsa das eleições - uma pessoa mente apenas para que votem nele, e depois quando dizem a ele: 'você prometeu isso e aquilo', ele diz: 'isto é apenas propaganda eleitoral'. Esta é a farsa da democracia.

Ele diz: 'Isso foi propaganda e vocês acharam que eu falava sério. Enganei vocês para conseguir votos'.

Alá queira que isso seja apenas propaganda eleitoral."

Chocante:
http://www.youtube.com/watch?v=mZiqexz7aqQ


Além disso,

Irmão de Obama diz que ele é muçulmano

http://www.youtube.com/watch?v=mrATS6o95BI&feature=related

Sobre Barak Hussein Obama

A candidatura de Barak Obama está sendo um exemplo assustador de verdade manipulada, mentiras forjadas, provas falsificadas e vergonhas reveladas.

Uma fraude não pode ser mantida pr muito tempo. O drama dos mentirosos é tentar sempre lembrar que estão mentindo. E frequentemente caem em constrangedoras contradições.

Foi o caso do pastor Jeremiah Wright, o quadro de Che Guevara no comitê central de campanha, seu irmão mais novo favelado e renegado, seu passado todo uma incógnita. Afinal, ele não toca nesse assunto em suas duas autobiografias, mas Obama nasceu de pai muçulmano, foi criado por um padrasto muçulmano e estudou em uma escola muçulmana (madrassa).

Caso ele tenha realmente se convertido, isso o torna um apóstata, um murtadd, aquele que volta as costas para o islã. Para a lei muçulmana, um apóstata deve ser executado. Obama não pode negar que foi muçulmano e, por ter se convertido, que é um apóstata.

Um jornalista inteligente poderia facilmente fazê-lo concordar com o Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos:
“Todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença [...]”.

E, ao aceitar que esta se aplica também aos muçulmanos, contradizer inúmeros ditos de Maomé, conhecidos como hadith, e que formam a base da Sharia, lei islâmica. Maomé disse: “Se um Muçulmano abandona sua religião, matem-no”.

É no mínimo uma aberração o fato de haver milhões de americanos que, num mundo sob ameaça islamofacista, pretendam votar em alguém cujo sobrenome é Hussein.

Para fializar, vejam a "gafe" (ou seria um lapsus linguae, uma verdade reprimida?) cometida por Barak Hussein Obama:

Começou a virada!

Mesmo com toda grande mídia pró-Obama, o embusteiro democrata começa a cair.

McCain/Palin 50%
Obama/Biden 46%
http://www.gallup.com/poll/110107/Republicans-Enthusiasm-Jumps-After-Convention.aspx
McCain/Palin 54%
Obama/Biden 44%
http://www.realclearpolitics.com/epolls/2008/president/national.html
Discurso de McCain bate recorde de audiência nos EUA:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u441878.shtml
Palin é mais popular do que Obama, diz pesquisa :
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u441945.shtml

domingo, 7 de setembro de 2008

Sobre Sarah Palin

A ressalva, em relação a uma pessoa até então desconhecida é válida; em relação a uma mulher comandar a maior potência da Terra é compreensível, pelo inusitado feito histórico.
Não podemos santificar alguém simplesmente porque não conhecemos a conduta de toda uma vida, mas também não devemos condená-la pelo fato de ser mulher.
Ela me passou a impressão de uma pessoa extremamente firme, segura, consciente, inteligente e preparada sim a enfrentar a "bucha" de ser vice dos EUA.
Ao pesquisar sobre sua biografia percebi ações e condutas valorosas, anti-aborto, anti-desarmamento, patriotismo, desoneração do contribuinte, pró liberdade, moralmente irrepreensíveis.
Então a questão não é condenar nem beatificar ninguém - é simplesmente "Qual a melhor opção para os EUA nesse contexto?"
É Palin/McCain (acho que soa melhor assim) ou Obama (muçulmano militante, racista, fanático, falsário, apóstata e mentiroso) e Biden (o cara que quis liberar o Alaska para os russos)?
Imagina se uma mulher dá um fim nesses malditos aiatolás assim como uma mulher deu um fim no comunismo soviético?

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

As barangas de Severo

Júlio Severo acabou postando um texto em seu blog no qual a autora critica Sarah Palin.
Não vou transcrever o texto todo que meu blog não é pinico, mas deixo o link para quem tiver curiosidade.
http://juliosevero.blogspot.com/

Vou apenas expor as "críticas" do texto contra Sarah Palin, vejam só o nível doentio de tais "críticas":

1. Tem uma filha de 17 anos grávida que vai se casar com o pai da criança e ter a criança - e isso é uma falha moral.(!)

2. É "abertamente feminista".(A única ligação "abertamente feminista" de Palin é com o Feminists For Life, uma organização ANTI-ABORTISTA.)

3. Os filhos de Palin "não estão prontos para isso". (!!!!!!)

4. Ela cuidava do filho enquanto trabalhava. Um absurdo.

5. Ela vai colocar seu filho deficiente debaixo da mesa de trabalho na Casa Branca.(!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)

6. Deixar um filho na creche e trabalhar é o mesmo que abortá-lo. (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)


Alguém que escreva isso e publique merece apenas o escárnio, tem uma mentalidade doentia, uma mente maligna.

Considerando que o texto foi escrito por uma mulher:
"E sim, eu sei que a coroação em 29 de agosto da ex-rainha da beleza Palin como “Senhora Vice-Presidente dos EUA” sabotou de forma impressionante as festividades socialistas charmosas do discurso de aceitação de Barack Obama na noite anterior."

Não sei por que isso me cheira ressentimento de baranga mal-amada...

E ainda:

"Sim, eu sei que a escolha de Palin pareceu quase providencial. McCain apresentou Palin para uma multidão de admiradores no aniversário dele, que por acaso ocorreu quase no 88º aniversário do dia em que as mulheres ganharam o direito de votar. Adicione a isso o fato de que o filho de Palin será mandado como soldado ao Iraque em 11 de setembro, o aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e parece que as estrelas se alinharam de forma maravilhosa para a campanha presidencial republicana.
(...)
E sim, eu sei que os principais conservadores cristãos como Dr. James Dobson de Focus on the Family estão eletrizados que, num ano eleitoral em que um democrata está concorrendo numa chapa pró-infanticídio, os republicanos tenham uma chapa pró-vida. É um ano importante porque a escolha de mais um juiz pró-vida para o Supremo Tribunal poderia significar o fim da matança em massa de milhões de bebês em gestação dentro do ventre de suas mães. Os conservadores agora estão na expectativa. O momento é apropriado."


Ponto para Palin!



Enfim, quanta preocupação com os filhos de Sarah Palin! Chega a ser comovente!

Depois de ler esse texto, aí sim que vou defender Sarah Palin com unhas e dentes. Uma baranga mal-comida, ressentida e sabe-se lá com quais interesses em depreciar Sarah Palin acabou dando um tiro no pé, o texto acaba sendo completamente pró-Palin!

Julio Severo, fique com suas barangas. Estou com Palin e McCain.

Nasce uma estrela republicana

Íntegra do discurso histórico de Sarah Palin, candidata republicana à Casa Branca.




"Senhor presidente, delegados e concidadãos: ser considerada para indicação à vice-presidência dos Estados Unidos é uma grande honra para mim. Aceito o convite para ajudar o nosso indicado à presidência a servir e defender a América. Aceito o desafio de uma luta dura nessa eleição... contra oponentes confiantes... em um momento crucial para o nosso país.

E aceito o privilégio de servir com um homem que já realizou missões muito mais difíceis, e enfrentou desafios muito mais árduos, e sabe com que dificuldade surgem as vitórias o próximo presidente dos Estados Unidos, John McCain.

Apenas um ano atrás, os especialistas consideravam que o nosso indicado estava descartado, porque ele se recusou a atenuar seu compromisso para com a segurança do país que ele ama.
Com sua certeza usual, eles nos informaram que tudo estava perdido que não havia esperança para um candidato que declarou que preferiria perder uma eleição a ver seu país perder uma guerra. Mas os especialistas e os sabichões desconsideraram apenas uma coisa ao descartá-lo.
Desconsideraram o calibre do homem que ele é a determinação, a resolução, a coragem indomável do senador John McCain. E os eleitores conheciam tudo isso.

E isso talvez se deva ao fato de que eles reconheçam que existe um momento para política e um momento para liderança... um momento para fazer campanha e um momento para colocar nosso país adiante de tudo. Nosso indicado para a presidência é um verdadeiro exemplo de coragem, e pessoas como ele são difíceis de encontrar.

Ele usou o uniforme de nossas forças armadas por 22 anos, e se recusou a abandonar seu compromisso para com os soldados no Iraque, que nos colocaram à beira da vitória.

E, como mãe de um desses soldados, esse é exatamente o tipo de homem que desejo como comandante-em-chefe. Eu sou apenas uma daquelas mães que dizem uma oração a mais a cada noite por nossos filhos e filhas que estão enfrentando o mal em nosso nome.

Nosso filho Track tem 19 anos. E dentro de uma semana --em 11 de setembro-- ele será transferido ao Iraque para servir o país com a infantaria do exército. Meu sobrinho Kasey também se alistou, e serve em um porta-aviões no Golfo Pérsico. Minha família se orgulha dos dois, e de todos os excelentes homens e mulheres que servem às forças armadas do país. Track é o mais velho de nossos cinco filhos.

Em nossa família, são dois meninos, e três meninas no meio --minhas fortes e generosas filhas Bristol, Willow e Piper. E em abril, meu marido Todd e eu recebemos o nosso mais novo no mundo, um menino perfeitamente lindo chamado Trig. De dentro, nenhuma família parece típica. E é esse o caso para nós.

Nossa família passa pelos mesmos altos e baixos que qualquer outra, pelos mesmos desafios e as mesmas alegrias. Ocasionalmente, até mesmo as maiores alegrias acarretam desafios. E crianças com necessidades especiais inspiram um amor especial.

Às famílias de crianças com necessidades especiais em todo o país, tenho uma mensagem: há anos vocês vêm tentando fazer dos Estados Unidos um país que receba melhor os seus filhos e filhas. Prometo que, caso eu seja eleita, vocês terão uma amiga e uma defensora na Casa Branca. E Todd merece uma história só para ele.

Trabalhou a vida toda como pescador comercial, como operador de produção nos campos de petróleo de North Slope, no Alasca, como orgulhoso membro do sindicato dos siderúrgicos... e como campeão mundial em corridas de snowmobile. Se acrescentarmos suas origens que remontam aos esquimós Yup'ik, é fácil perceber que ele é algo de especial.

Fomos apresentados no segundo grau, e cinco filhos mais tarde ele continua a ser o homem da minha vida. Minha mãe e meu pai trabalhavam ambos na escola primária de nossa cidadezinha. E entre as muitas coisas que lhes devo está uma simples lição: a de que estamos nos Estados Unidos, e toda mulher pode encontrar abertas as portas da oportunidade.

Meus pais estão aqui na noite de hoje, e tenho orgulho por ser a filha de Chuck e Sally Heath. Muito tempo atrás, um jovem agricultor e proprietário de uma loja de roupas do Missouri também seguiu um percurso improvável até a vice-presidência.

Um escritor observou que "nós cultivamos boas pessoas em nossas pequenas cidades, pessoas honestas, sinceras e dignas". Eu conheço exatamente a espécie de pessoas que o escritor tinha em mente ao elogiar Harry Truman. Foi com pessoas como essas que cresci.

São elas que executam alguns dos mais difíceis trabalhos do país, que cultivam nossos alimentos, trabalham em nossas fábricas e combatem em nossas guerras. Elas amam seu país, nos bons e nos maus tempos, e sempre têm orgulho da América. Tive o privilégio de viver a maior parte da minha vida em uma cidade pequena.

Fui uma mãe média, daquelas que levam os filhos para jogar hóquei, e me inscrevi na Associação de Pais e Mestres porque queria melhorar a educação pública que meus filhos recebiam. Quando disputei um posto no Legislativo municipal, não precisei de grupos de opinião e perfis de eleitores para me orientar, porque conhecia os eleitores e suas famílias pessoalmente.

Antes de me tornar governadora do grande Estado do Alasca, fui prefeita da minha cidade natal. E porque os nossos oponentes na eleição presidencial parecem desconsiderar essa experiência, permitam-me explicar a eles o que esse trabalho envolve.

Creio que o prefeito de uma cidade pequena seja uma espécie de "organizador comunitário", se excetuarmos o fato de que ele tem responsabilidades reais. Eu poderia acrescentar que, nas pequenas cidades, não sabemos direito o que pensar sobre um candidato que despeja elogios aos trabalhadores quando eles estão ouvindo e depois diz que eles se apegam amargamente à sua religião e às suas armas, quando não estão ouvindo.

Tendemos a preferir candidatos que não falem sobre nós de uma maneira em Scranton e de outra em San Francisco.

Quanto ao meu companheiro de chapa, podem estar certos de que, onde quer que ele vá, e quem quer que o esteja ouvindo, John McCain é sempre o mesmo homem. Eu não sou membro permanente da elite política. E aprendi rapidamente, nos últimos dias, que se você não for um membro bem aceito da elite de Washington, há pessoas na mídia que podem considerá-lo como desqualificado para um cargo apenas por isso.

Mas eis uma notícia para todos esses repórteres e comentaristas: não vou a Washington em busca de sua opinião favorável. Vou a Washington servir o povo do meu país. Os norte-americanos esperam que vamos a Washington pelas razões certas, e não apenas para fazer contato com as pessoas certas.

A política não é apenas um jogo de confronto entre partidos e de interesses conflitantes.

O motivo certo é desafiar o status quo, servir ao bem comum e legar um país melhor do aquele que recebemos. Ninguém espera que todos nós concordemos sobre tudo. Mas a expectativa é de que governemos com integridade, boa vontade, convicções claras e com o coração daqueles que almejam a servir.

Prometo aos norte-americanos que me esse espírito orientará meu comportamento como vice-presidente dos Estados Unidos. Foi essa espécie de espírito que me conduziu ao posto de governadora, quando decidi confrontar a política ao modo antigo que costumava ser feita em Juneau. Eu enfrentei os interesses especiais, os lobbies, as grandes empresas de petróleo e a rede de conexões do clubinho dos velhos políticos.

Reforma súbita e incansável jamais cai bem junto aos interesses instalados e aos intermediários políticos. É por isso que é tão difícil realizar reforma real.

Mas com o apoio dos cidadãos do Alasca, nós mudamos as coisas. E em pouco tempo colocamos o governo do nosso Estado uma vez mais a serviço do povo. Assumi o cargo prometendo uma grande reforma ética, e pôr fim à cultura da busca de vantagens pessoais. E hoje essa reforma ética é lei.

Enquanto cuidava disso, me livrei de algumas coisas no gabinete do governador que me pareciam despesas desnecessárias para o povo. O jatinho de luxo era exagero. Eu o vendi no eBay. Também dirijo meu carro para o trabalho.

E confiei em que seria possível sobreviver sem os serviços de uma cozinheira pessoal para a governadora --ainda que eu admita que meus filhos de vez em quando sintam falta dela. Cheguei ao cargo prometendo controlar os gastos --apelando ao bom senso, se possível, e usando meu poder de veto, se necessário.

O senador McCain também promete usar o poder de veto em defesa do interesse público --e, como chefe de um Executivo, posso lhes garantir que isso funciona. Nosso orçamento estadual está sob controle. Temos um superávit. E protegi os contribuintes vetando despesas perdulárias: quase US$ 500 milhões em vetos.

Suspendi o imposto estadual sobre o combustível e defendi reformas que pusessem fim aos abusos no que tange às propostas de dispêndios aprovadas pelo Congresso. Respondi ao Congresso que "obrigada, mas não", quando me ofereceram aquela Ponte para o Nada.
Se o nosso Estado quiser uma ponte, nós mesmos a construiremos. Quando os preços do petróleo e do gás natural subiram dramaticamente e os cofres do Estado ficaram abarrotados, destinei boa parte dessa receita àqueles que a merecem --o dinheiro foi restituído diretamente ao povo do Alasca.

E a despeito da feroz oposição do lobby petroleiro, que gostava das coisas como eram, nós rompemos seu monopólio sobre a energia e os recursos naturais.

Como governadora, insisto em competição e em equanimidade básicas de forma a pôr fim ao controle deles sobre o nosso Estado, devolvendo-o ao povo. Lutei para realizar o maior projeto de infra-estrutura já realizado nos Estados Unidos pelo setor privado. E quando o acordo para ele foi fechado, demos início à construção de um gasoduto de quase US$ 40 bilhões que pode ajudar a conduzir os Estados Unidos à independência energética.

O gasoduto, quando sua última seção estiver instalada e as válvulas estiverem abertas, deixará os Estados Unidos um passo mais distante da dependência quanto a perigosas potências estrangeiras que não levam nossos interesses em consideração. O que está em jogo para o nosso país não poderia ser mais grave.

Quando um furacão atinge o Golfo do México, este país não deveria depender tanto de petróleo importado que sejamos forçados a utilizar a Reserva Estratégica de Petróleo.
E as famílias não devem desperdiçar porção cada vez maior de sua renda pagando pela gasolina e pelo óleo de aquecimento.

Com a Rússia desejando controlar um oleoduto vital no Cáucaso e dividir e intimidar nossos aliados europeus ao usar a energia como arma, não podemos nos colocar à mercê de fornecedores estrangeiros.

Para confrontar a ameaça de que o Irã possa tentar cortar quase um quinto dos suprimentos mundiais de energia... ou de possíveis ataques terroristas às instalações de Abqaiq, na Arábia Saudita... ou de que a Venezuela suspenda suas vendas de petróleo... nós, nos Estados Unidos, precisamos produzir mais petróleo e gás natural. E escutem o que uma garota que conhece a North Slope do Alasca tem a dizer: há muito de ambos os recursos a explorar.

Nossos oponentes não se cansam de repetir que a prospecção não resolverá todos os problemas de energia da América --como se todos nós já não soubéssemos disso. Mas o fato de que a prospecção não seja capaz de resolver cada problema não é desculpa para a inação.

A partir de janeiro, no governo McCain-Palin, vamos construir mais oleodutos, construir mais usinas de energia limpa, criar empregos com o carvão limpo e avançar com a energia solar, eólica, geotérmica e outras fontes alternativas.

Precisamos de recursos de energia norte-americanos, trazidos a nós pela engenhosidade norte-americana e extraídos por trabalhadores norte-americanos. Eu percebi um padrão naquilo que diz o nosso oponente. Talvez vocês também tenham percebido. Todos nós ouvimos seus dramáticos discursos diante de seguidores dedicados. E há muito a admirar e de que gostar em nosso oponente.

Mas ao ouvi-lo discursar, é fácil esquecer que se trata de um homem que já escreveu dois livros de memórias e no entanto não redigiu nenhum grande projeto de lei ou reforma --nem mesmo no Senado estadual. Trata-se de um homem capaz de dedicar um discurso inteiro às guerras em que os Estados Unidos estão envolvidos e jamais usar a palavra "vitória", exceto em referência à sua própria campanha.

Mas quando a nuvem da retórica se vai, quando o rugido da multidão desaparece, quando os holofotes do estádio se apagam, e quando as colunas gregas de isopor são recolhidas a um depósito --qual é exatamente o plano de nosso oponente? O que exatamente ele deseja realizar depois que tiver dominado ás águas da enchente e salvado o planeta? A resposta é tornar o governo maior. Tirar mais de seu dinheiro. Dar a vocês mais ordens vindas de Washington. E reduzir a força dos Estados Unidos em um mundo perigoso. O país precisa de mais energia, e o nosso oponente se opõe a que ela seja produzida.

A vitória no Iraque está enfim próxima, e ele quer abandonar a luta.

Estados terroristas estão procurando armas nucleares o mais rápido possível, e ele deseja se reunir com eles sem impor precondições. Terroristas da Al Qaeda ainda planejam infligir danos catastróficos aos Estados Unidos, e ele está preocupado por eles não serem informados de seus direitos? O governo já é grande demais, e ele deseja que cresça ainda mais. O Congresso gasta demais, e ele promete mais.

Os impostos são altos demais, e ele quer aumentá-los. Os aumentos de impostos que ele propõe estão nas letrinhas miúdas de seu plano econômico, e permitam-me ser específica.

O indicado democrata à presidência apóia planos que elevarão o imposto de renda, o imposto sobre os salários, o imposto sobre a receita de investimento, o imposto sobre espólios, o imposto sobre as empresas e carga tributária com que o povo norte-americano arca, e em centenas de bilhões de dólares. Minha irmã Heather e seu marido construíram um posto de gasolina que acaba de ser inaugurado --como milhões de outras pessoas que operam pequenas empresas.
Como é que eles vão melhorar de vida se os impostos subirem? O mesmo pode ser dito sobre os esforços para manter empregos em uma fábrica em Michigan ou Ohio, ou para criar empregos no setor de carvão limpo na Pensilvânia ou Virgínia Ocidental, ou para manter uma pequena fazenda familiar bem aqui em Minnesota.

Como é que vocês poderão melhorar de vida se o nosso oponente acrescentar uma imensa carga tributária à economia norte-americana? Eis o que penso sobre a escolha que os norte-americanos terão de enfrentar nessa eleição. Na política, existem alguns candidatos que usam a mudança para promover suas carreiras.

E há aqueles que, como John McCain, usam suas carreiras para promover a mudança.
São esses que colocam seus nomes em leis e reformas históricas, e não apenas em faixas e cartazes de campanha ou selos presidenciais que eles mesmos criaram. Entre os políticos, existe o idealismo dos discursos retóricos, nos quais as multidões são convincentemente convidadas a apoiar grandes coisas.

E há o idealismo de líderes como John McCain, que efetivamente realizam grandes coisas. São eles que fazem mais do que falam. É com eles que sempre pudemos contar para servir e defender a América. O histórico de realizações e reformas reais do senador McCain ajuda a explicar porque tantos grupos de interesses especiais, lobistas e presidentes de comitês que se sentem confortáveis em seus postos no Congresso combatem a perspectiva de vê-lo na presidência das primárias de 2000 até hoje.

Nosso indicado não acompanha o rebanho em Washington.

Ele é um homem que está aqui para servir o país, e não apenas ao seu partido. Um líder que não está procurando briga, mas não tem medo de enfrentá-la. Harry Reid, o líder da maioria no Senado inepto que hoje temos, não muito tempo atrás resumiu seus sentimentos sobre o nosso indicado.

Ele disse: "Não suporto John McCain". Senhoras e senhores, talvez nenhum dos elogios que ouvimos esta semana seja melhor prova de que escolhemos o homem certo. É evidente que aquilo que o líder da maioria queria dizer é que ele não consegue suportar a competência de John McCain. E essa é apenas mais uma razão para que tiremos esse líder conhecido pela independência do Senado e o conduzamos à Casa Branca. Meus concidadãos, a presidência dos Estados Unidos não deveria ser "uma jornada de descoberta pessoal". Esse mundo de perigos e ameaças não é apenas uma comunidade, e não precisa apenas de um organizador.

E ainda que os senadores Obama e Biden tenham repetido muitas vezes nas semanas recentes que eles sempre "lutarão por vocês", vamos ser honestos sobre o assunto.

Nesta eleição, existe apenas um homem que realmente lutou por vocês, em lugares onde a vitória significava sobrevivência e a derrota morte, e estou falando de John McCain. Em nossa era, os políticos se dispuseram a revelar histórias de adversidade muito menos severas do que o pesadelo que este homem, e outros homens corajosos como ele, enfrentaram a serviço de nosso país.

A distância entre o medo, a dor e a miséria de uma cela de dois por um metro em Hanói à Casa Branca é muito grande. Mas, caso o senador John McCain seja eleito presidente, é esta a jornada que ele terá percorrido. É a jornada de um homem probo e honrado --a espécie de sujeito cujo nome encontramos nos memoriais de guerra das pequenas cidades deste país. A exceção é que ele conseguiu voltar para casa.

No mais poderoso posto do planeta, ele exerceria a compaixão surgida do fato de que um dia esteve indefeso, a sabedoria que surge até mesmo entre os cativos pela graça de Deus, a confiança especial daqueles que viram o mal e perceberam que é possível derrotá-lo. Um de seus colegas como prisioneiro de guerra, Tom Moe, de Lancaster, Ohio, lembra de observar por uma fresta na porta de sua cela os guardas que conduziam o tenente-comandante John McCain pelo corredor da prisão, dia após dia.

Da maneira como a história é relatada, "quando McCain voltava das sessões de tortura e interrogatório, ele voltava o rosto para a porta da cela de Moe e sorria, erguendo o polegar", como se estivesse dizendo "vamos sobreviver a isso". Meus concidadãos,, é esse o tipo de homem de que o país precisa para nos comandar nos próximos quatro anos.

Um orador inspirado pode inspirar o país por uma temporada com suas palavras.

Mas John McCain nos inspirou a vida toda com seus atos.

Se o caráter é a medida a ser empregada nessa eleição, se a esperança é o tema e a mudança o objetivo que compartilhamos, peço que se unam à nossa causa. Unam-se à nossa causa e ajudem os Estados Unidos a eleger um grande homem como seu próximo presidente.

Obrigado a todos, e que Deus abençoe os Estados Unidos.

Tradução de Paulo Migliacci

Full video in

http://www.huffingtonpost.com/2008/09/03/sarah-palin-rnc-conventio_n_123703.html

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Os sem-terrinhas


Doutrinação comunista para crianças II
http://tvxuxa.globo.com/Tvxuxa/pordentrodoassunto/0,,AA1646878-8495,00.html

Por que a Xuxa não matricula a Sacha na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST? É a Rede Globo "imperialista e neoliberal", contribuindo para que seu filho se torne desde cedo um militontinho.

Gostaria muito de ver a Sacha cantando "Burgueses não pegam na enxada / Burgueses não plantam feijão / E nem se preocupam com nada / Arrasam aos poucos a nação" ou entoando o grito de guerra dos pequenos escudos humanos:
"Sem-terrinha em ação, pra fazer a revolução!"